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NOSSA VISÃO Ser para Nova Friburgo e região uma REFERÊNCIA na exposição das Sagradas Escrituras, no alcance de nossa geração, no acolhimento de pessoas em nosso meio e na prática de um cristianismo autêntico

segunda-feira, 12 de março de 2012

REFLEXÃO PARA A SEMANA

DESENVOLVENDO A NOSSA SALVAÇÃO
Fp 2.12,13

            Paulo ensina aos filipenses que salvação não é um ato em si, Deus salvou, pronto acabou, está salvo. De fato uma vez salvo você está definitivamente salvo,   contudo, a salvação é algo que deve ser desenvolvido. Desenvolver neste texto, pode ser compreendido como “amadurecer”. Paulo nos versos anteriores, enumera algumas virtudes que o cristão deve ter, e que o leva após de ensiná-las, dizer: Assim, desenvolvei a vossa salvação”. Vejamos no texto algumas características que indicam um crente maduro, ou seja, que desenvolve a salvação em sua vida:

1- UNIDADE EM CRISTO (Fp 2.2)

2- HUMILDADE NO TRABALHO (Fp 2.3)

3- SEM INTERESSES PRÓPRIOS (Fp 2.4)

4- TEMOR E TREMOR DE DEUS EM TUDO (Fp 2.5,6)

5- SEMPRE DISPOSTO A SERVIR (Fp 2.7)

6- SEMPRE OBEDIENTE A DEUS E A SUA PALAVRA (Fp2.8)
           
Não há nada que possamos fazer para desenvolver nossa salvação, a não ser tentar viver como Cristo viveu. Buscar viver essas  virtudes em nossas vidas, conseqüentemente nos trará amadurecimento. Você tem sido um crente maduro? Você tem desenvolvido essas virtudes em sua vida?  Não perca tempo sendo o que Deus não quer que você seja.

                                                
Sê tu uma bênção!!!!
                                         
    Boa Semana!

                                        Rev. Luiz Gustavo Castilho  



domingo, 11 de março de 2012

O PRIMEIRO CULTO PROTESTANTE NO BRASIL


A seguir um subponto de um trabalho apresentado ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, onde fiz uma pesquisa sobre um dos eventos religiosos mais interessante ocorrido no Brasil. A Presença de protestantes franceses no Brasil em 1557. Neste texto abordo o primeiro culto protestante no Novo Mundo. Mas o trabalho aborda todo o contexto da Colônia francesa no Brasil, sua trajetória, instalação e fim. Mas principalmente é focado o martírio dos huguenotes e a confecção da Confissão de Fé da Guanabara. Quem se interessar posso fornecer uma cópia do trabalho na íntergra em formato PDF. Boa leitura. 
                                                                       Rev. Luiz Gustavo Castilho.


1.2. Uma colônia calvinista no Brasil.

            Na Europa em que o protestantismo crescia e tentava se estabilizar em meio à violenta Conta-Reforma católica, uma cidade já experimentava uma realidade de progresso e estabilidade tanto de ordem moral, como religiosa e financeira. Sob a direção e égide de João Calvino, Genebra se tornou uma das mais bem sucedidas cidades da Idade Média.
            Possivelmente, este foi um dos fatores principais que levou Villegaignon a decidir repovoar sua colônia com protestantes oriundos de Genebra. Objetivando ter em sua colônia, trabalhadores com padrões morais e religiosos bem definidos, diferente dos mercenários recrutados na primeira expedição, Villegaignon retoma seu discurso de oferecer a França Antártica como um refúgio para protestantes perseguidos na Europa. Com essa tônica ele solicita à Genebra trabalhadores e líderes espirituais que pudessem trazer uma nova ordem frente ao caos moral que se instalara na ilha.
            Mais uma vez Gaspar Coligny foi uma peça importante na mediação junto a Igreja Reformada em favor de Villegaignon, e também na viabilização para estruturar a segunda expedição à França Antártica. Acredita-se que ambos tivessem sido contemporâneos de Calvino em seus estudos universitários em Paris.[1] A iniciativa de Villegaignon é descrita no artigo do Rev. Alderi Matos:

Diante das dificuldades surgidas, Villegaignon decidiu escrever à Igreja Reformada de Genebra, solicitando o envio de pastores e outras pessoas que ajudassem a elevar o nível religioso e moral da colônia e evangelizassem os indígenas. Coligny, a quem também foi enviada uma carta, convidou para liderar o novo grupo de colonos um ex-vizinho seu, Filipe de Corguilleray, conhecido como senhor Du Pont, que agora residia em Genebra.[2]


Novamente, destaca-se o registro feito por Jean de Léry, descrevendo a solicitação de Villegaignon à Igreja Reformada de Genebra:

...mandou de volta seus navios e um emissário a Genebra para requisitar ministros religiosos para o ajudarem... pedia que não lhe enviassem só ministros, mas também outras pessoas bem instruídas na religião cristã, a fim de melhor reformar a si e aos seus e mesmo abrir aos selvagens o caminho da salvação.[3]


O pedido feito por Villegaignon, encontrou em Coligny e no próprio Calvino, bem como na comunidade eclesiástica de Genebra, uma boa aceitação, Crespin comenta a recepção do pedido de ajuda vindo do Brasil:
Ao receberem tai notícias, os pastores da Igreja de Genebra renderam graças a Deus, por abrir em paragens tão distantes uma porta para a dilatação do reino de Jesus Cristo.[4]


O fato é que, o pedido foi prontamente respondido pela Igreja Reformada que além de dois ministros enviou a França Antártica homens artesãos, mulheres e crianças, que faziam parte da Igreja Reformada de Genebra. Jean Crespin oferece um comentário a cerca da iniciativa de Villegaignon em pedir ajuda a Genebra e o conteúdo de seu pedido:

Apressou-se, pois, em apelar para os ministros da cidade de Genebra, fazendo-lhes sentir a imperiosa necessidade que tinha de evangelistas, por isso que fora para lá com o único fim de ouvir as leis e ordenações do Senhor. E, acrescentando que de longa data formava a respeito deles e da Igreja Reformada o mais favorável conceito, pedia-lhes como a irmãos em crenças, não lhe negassem conselho, beneplácito e socorro, pois deste modo participariam dos benefícios e da perdurável memória que de tal concurso certamente adviriam. Sob promessas do melhor dos acolhimentos, tanto no decurso da viagem como no país, rogava-lhes que com um dos ministros lhe enviassem também gente de ofícios, casada ou celibatária, indiferentemente, e mesmo algumas mulheres e moças para povoarem a nova terra; porquanto, segundo as previsões, difícil se tornaria habitar essa região por outros meios.[5]


Osvaldo Hack também comenta o pedido de ajuda que Villegaignon fez a Calvino:

Ao justificar o seu pedido de ajuda, Villegaignon escreveu a Calvino explicando a crítica situação de seu grupo e, ao mesmo tempo, agradeceu, logo a seguir, o envio de esforços. A carta de solicitação não foi preservada, porém a resposta de Villegaignon a Calvino, em 31 de março de 1557, revela o atendimento do pedido. Na mesma carta-resposta, Villegaignon revelou suas intenções religiosas ao partir da França, dizendo que empregou todos os esforços para divulgar o Cristianismo.[6]


            Villegaignon fez transparecer que seu objetivo era instituir na França Antártica a mesma disciplina que havia em Genebra.
            Destarte, organizara-se uma nova expedição na qual se configuraria a primeira missão calvinista em terra brasileira, diga-se mais, a primeira missão protestante nas Américas. Calvino e a liderança eclesiástica de Genebra escolheram dois pastores para acompanharem o grupo Pierre Richier de 50 anos e Guillaume Chartier de 30 anos. Richier era doutor em teologia e ex-frade carmelita. Chartier, natural da Bretanha, também estudou em Genebra. Os huguenotes que acompanharam os pastores foram Pierre Bourdon, Matthieu Verneil, Jean du Bourdel, André la Fon, Nicolas Denis, Jean Gardien, Martin David, Nicolas Raviquet, Nicolas Carmeau, Jacques Rousseau e o sapateiro Jean de Léry, o notável cronista da viagem. Eram ao todo 14 pessoas. O grupo deixou Genebra no dia 16 de setembro de 1556. Após visitarem o almirante Coligny em Chatillon-Sur-Loing, seguiram para Paris, onde outros se uniram à comitiva.  A expedição era composta de três navios  comandados por Bois Le Conte, sobrinho de Villegaignon. A bordo iam cerca de 290 pessoas, inclusive algumas mulheres. Quanto a essa comitiva, a qual foram adicionados os huguenotes, Hack registra o seguinte comentário:

Ainda por interferência de Coligny, que representar a Henrique II, a necessidade de sustentar a colônia no Brasil apresentou-se nova expedição de três navios com perto de trezentos tripulantes e muitos colonos e aventureiros, cuja maioria, como a primeira, era católica ou irreligiosa.[7]


            Após passarem por Rouen, chegaram ao porto de Honfleur, na Normandia, embarcando para o Brasil no dia 19 de novembro de 1556. Como de costume, a viagem foi muito penosa. “A certa altura, diante da situação em que se achavam, os reformados recitaram o Salmo 107 v.23-30.”[8] No dia 7 de março de 1557, os viajantes finalmente chegaram ao Brasil “entraram no ‘braço de mar’ chamado Guanabara pelos selvagens e Rio de Janeiro pelos portugueses.”[9] Contudo, a chegada ao forte Coligny só aconteceu no dia 10 de março, na recepção da comitiva foi celebrada com um culto ao Senhor, realizado pelos ministros recém chegados, e por esta ocasião, o dia 10 de março se tornou uma data histórica em que se é lembrado o primeiro culto protestante no Brasil e nas Américas.
            Em uma breve síntese o Rev. Alderi registra alguns detalhes deste pioneiro culto ao Senhor em terras brasileiras:

...reunidos todos em uma pequena sala no centro da ilha, foi realizado um culto de ação de graças, o primeiro culto protestante ocorrido no Brasil e no Novo Mundo. O ministro Richier orou invocando a Deus. Em seguida foi cantado em uníssono, segundo o costume de Genebra, o Salmo 5: “Dá ouvidos, Senhor, às minhas palavras” (“Aux paroles que je veux dire, plaise-toi l’aureille prester”). Esse hino constava do Saltério Huguenote, com metrificação de Clemente Marot e melodia de Luís Bourgeois, e até hoje se mantém nos hinários franceses. Bourgeois foi diretor de música da Igreja de Genebra de 1545 a 1557 e um dos grandes mestres da música francesa no século 16. A versão mais conhecida em português (“À minha voz, ó Deus, atende”) tem música de Claude Goudimel (†1572) e metrificação do Rev. Manoel da Silveira Porto Filho. Em seguida, o pastor Richier pregou um sermão com base no Salmo 27:4: “Uma coisa peço ao Senhor e a buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo”.[10]


            Os protestantes recém chegados foram muito bem recebidos na França Antártica. “Jean de Léry registrou que Villegaignon os recebeu com alegria e entusiasmo e com tiros de canhões.”[11] Os ministros traziam consigo credenciais assinadas pelo próprio João Calvino e também testemunhavam sobre os cristãos que viajaram em sua companhia.
            Villegaignon expressou publicamente sua alegria pela parceria feita com a Igreja de Reformada de Genebra, “ficou sobremodo satisfeito em saber que tanta gente virtuosa e honesta tomara sua empresa em alta consideração e estima”.
            Após o primeiro culto os protestantes experimentaram sua primeira refeição que é descrita assim:


Após o culto, os huguenotes tiveram a sua primeira refeição brasileira: farinha de mandioca, peixe moqueado e raízes assadas no borralho. Dormiram em redes, à maneira indígena.[12]


            Por ordem de Villegaignon, passaram a realizar-se preces públicas noturnas após o trabalho diário, devendo os pastores pregar diariamente e duas vezes aos domingos. A Santa Ceia segundo o rito reformado foi celebrada pela primeira vez no domingo 21 de março de 1557. O Rev. Vicente Temudo Lessa, registra a participação do comandante nesta precursora Santa Ceia: “Villegaignon, aparentando grande piedade, foi do número de comungantes... de joelhos recebeu os sagrados elementos.”[13]  Em todos os cultos entoavam-se salmos, segundo o uso das igrejas reformadas. Pode-se dizer, de fato, que a França Antártica tomara a estrutura de uma colônia protestante aos moldes da Igreja Reformada de Genebra, trazendo aos pastores e huguenotes recém chegados, confiança e segurança para desenvolverem o trabalho para o qual destinaram suas vidas e ministérios. Esta ocasião e também o sentimento que dominou o coração dos primeiros protestantes no Brasil são registrados por Jean Crespin:

Aos ministros e seus companheiros pediu que estabelecessem o regulamento e a disciplina da Igreja, segundo a forma de Genebra, à qual ele prometera, em plena assembléia, submeter-se e bem assim toda a sua companhia... Villegaignon fez sentir aos ministros que, no concernente à Igreja, queria fosse ela conforme a disciplina e ordem da de Genebra, à cuja ampliação vinha dedicando a sua vida e os seus bens, e que não desejava regressar a França. Em ouvindo essas asserções, todos se possuíram de forte ânimo e encorajados e encorajados para o cumprimento de seus deveres, principalmente os pastores o exercício do seu ministério em que se revezariam todas as semanas, pois teriam de pregar uma vez por dia e duas aos domingos.[14]

           
            Concomitante a autonomia que Villegaignon concedia aos protestantes para a implantação de um governo genebrino, ele mantinha um conselho deliberativo e soberano, que julgava em última instância todas as questões pertinentes a ilha, inclusive de foro religioso. Este paradoxo foi o estopim que levou a cabo a perseguição e o martírio de protestantes na Guanabara. Crespin também descreve este conselho:

Quanto ao Governo civil, formou Villegaignon um Conselho, consti-tuindo-o de dez pessoas respeitáveis e cujo presidente era ele próprio. A este Conselho teriam de ser levadas todas as questões religiosas ou profanas, a fim de serem pelo mesmo julgadas e dirimidas.[15]

           


[1] HACK, Osvaldo H. Sementes do calvinismo no Brasil Colonial. p. 113.
[2] MATOS, Alderi Souza de.  A França Antártica e a Confissão de Fé da Guanabara.
[3] HACK, Osvaldo H. Sementes do calvinismo no Brasil Colonial. p. 113.
[4] CRESPIN, Jean. A tragédia da Guanabara  p.30.
[5] Idem.
[6] HACK, Osvaldo H. Sementes do calvinismo no Brasil Colonial. p. 113.
[7] Ibid. p.86.
[8] MATOS, Alderi Souza de.  A França Antártica e a Confissão de Fé da Guanabara.
[9] Idem.
[10] MATOS, Alderi Souza de.  A França Antártica e a Confissão de Fé da Guanabara.
[11] HACK, Osvaldo H. Sementes do calvinismo no Brasil Colonial. p. 114.
[12] MATOS, Alderi Souza de.  A França Antártica e a Confissão de Fé da Guanabara.
[13] LESSA, Vicente Themudo.  Anchieta e o suplício de Balleur. São Paulo: Livraria Record Editora, 1934.
 p. 35.
[14] CRESPIN, Jean. A tragédia da Guanabara  p.33,34.
[15] Ibid. p.33.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

“OS DONS DO ESPÍRITO”

                                                “OS DONS DO ESPÍRITO”
                                                                1Co 12.


      Uma boa compreensão dos dons espirituais é essencial para gerar uma igreja saudável e que se relaciona de maneira correta com a vontade de Deus. O ponto principal para entender os dons espirituais é a 1ª Carta aos Coríntios cap.12. Neste capítulo trata de maneira sistemática sobre o assunto. Podemos esboçar o que Paulo ensina da seguinte forma:

1- Precisamos ter discernimento espiritual dos dons v.1-3
-Não devemos ser ignorantes, mas compreender para que servem os dons.
-Muitos buscam os dons sem entender para que eles servem.

2- Os dons revelam a trindade v.4-6
-Os dons são para honrar e revelar na Igreja o Pai, o Filho(Senhor) e o Espírito Santo.

3- Só recebemos dons, se tiverem um fim proveitoso v7.
-O Espírito Santo não concede dons por conceder.
-Ele é concedido pra você abençoar o corpo de Cristo de alguma maneira.

4- Nem todos vão ter os mesmos dons v.8-11; 29,30.
-Um dom não pode ser sinal de mais ou menos unção, pois nem todos tem o mesmo dom.

5- A pregação e o ensino são os dons mais necessários da Igreja v.28
-Cristo nos mandou pregar o evangelho, ensinando a guardar... Mt 28.19,20
-Se primeiro não se pregar e ensinar o Evangelhos, para que servirão os outros dons?

6- Devemos buscar os dons mais necessários v. 31
-Qual a maior necessidade de sua Igreja? “Devo buscar os dons certos para suprir essa    necessidade.” Isso significa buscar os melhores dons!!!

APLICAÇÃO: Se no cap. 12, Paulo nos ensina o que devemos entender sobre os dons, no capítulo seguinte, Paulo nos ensina como devemos colocá-los em prática. Como eu sempre digo: “Se os dons, são as ferramentas que edificam a Igreja, o amor deve ser as nossas mãos manuseando essas ferramentas”. Nenhum dom pode existir sem o amor. O amor não é um dom, mas o principal fruto do Espírito na vida de um cristão. Portanto, antes de nos preocuparmos com os dons espirituais, certifiquemo-nos que o amor esteja, de fato, frutificando em nossas vidas (cf. 1Co 13).


                                                    Rev. Luiz Gustavo Castilho

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

UMA REFLEXÃO SOBRE REVITALIZAÇÃO


REVITALIZAR PARA FRUTIFICAR
2 Reis 5.1-19

 A clássica história de Naamã, entre outras mensagens maravilhosas, pode também nos ensinar sobre a importância de se revitalizar para frutificar. Na semana passada meditamos sobre esse tema a partir da experiência vivida por esse renomado comandante do poderoso exército sírio.  O que Naamã viveu e foi registrado no Segundo Livro dos Reis de Israel, serve de parâmetro para considerarmos algumas necessidades da igreja contemporânea. O texto não apresenta formas, receitas, ou tão pouco, experiências que nos levem à revitalização. Entretanto, podemos ver princípios na restauração promovida por Deus na vida desse homem, verdades que podem nos ajudar a refletir sobre nossa vida e sobre nossa igreja. Vejamos a exposição do texto aqui proposto:

1-      NAAMÃ, UM HOMEM DE PASSADO GLORIOSO v.1
 Nosso personagem foi um homem com posição hierárquica privilegiada. Diz o texto que ele era um comandante, um homem influente que tinha acesso direto ao rei. Um herói nacional, responsável por vitórias da Síria em muitas Guerras. Contudo o seu passado não lhe impediu de viver um presente de dor. Meu irmão não confie em seu passado. Confie em seu Deus!!!

2- NAAMÃ, UM HOMEM DE PRESENTE DOLOROSO v.1.b
Seu currículo não o impediu de se tornar um leproso. A lepra é uma doença que degenera, deforma e enfraquece o nosso corpo. Só se contrai lepra por um contato íntimo e frequente. Não sabemos com quem Naamã estava convivendo, mas o herói de guerra sírio, estava virando um leproso repugnante. Lembre-se que a nossa segurança está sempre em Cristo!!!

3- NAAMÃ, UM HOMEM QUE SABE ONDE HÁ UMA CURA  v.3,4
 Naamã tem uma esperança  verdadeira que Deus possa ajudá-lo. Ele tem coragem de compartilhar isso com seu rei, que crê em outros deuses, e mais, ele tem coragem de pedir o rei da Síria que o envie ao Deus de Israel para ser curado. A fé de Naamã é inquestionável! Contudo nem sempre saber que Deus tem poder é suficiente para transformar nossa vida.

4- NAAMÃ, UM HOMEM FECHADO PARA O EXTRAORDINÁRIO  v.11,12 Naamã é um homem que condicionou o agir de Deus. Ele esperava que o homem de Deus agisse dentro de um padrão litúrgico, e assim ele condicionou a sua fé à forma. Deus age de maneira ordinária, mas precisamos entender que ele também age extraordinariamente. Não queremos transformar nossas vidas, nem os nossos cultos em algo continuamente extraordinário, mas simplesmente estarmos atentos a ele. Informação sem submissão e ação não gera transformação.

 5- NAAMÃ, UM HOMEM CAPAZ DE REVER OS SEUS CONCEITOS E
MUDÁ-LOS  v.13,14
Mergulhar no rio Jordão é uma das muitas metáforas que Deus usou na história, com a função de não deixar as nossas mentes engessadas para a sua forma de agir. Deus “é imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.” (Breve Catecismo de Westminster p.4) não em sua forma de agir. Precisamos ser capazes de rever nossos conceitos. Nossos Reformadores compreenderam essa realidade e cunharam da seguinte forma o lema da Reforma Protestante: "Igreja reformada sempre reformando".

6- NAAMÃ UM HOMEM DE FUTURO PROMISSOR v.17,18
 Naamã agora é um homem capaz de ser uma benção e frutificar em qualquer lugar ou circunstância. Mesmo em uma terra idólatra. Ainda que estivesse voltando para a Síria, ele volta como um homem aprovado por Deus v.19

Rev. Luiz Gustavo Martins de Castilho



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

RETIRO IPCNF 2012




PROGRAMAÇÃO DO RETIRO DE CARNAVAL
2012
SÁBADO

CHEGADA –  de 10:00 às 11:00 (devocional de abertura)
“MONTANDO O ACAMPAMENTO” – de 11:00 às 12:00
ALMOÇO - de 12:00 às 13:00
ATIVIDADE LIVRE – de 13:00 às 18:00
JANTA – de 18:00 às 19:00
CULTO DE ABERTURA – “COMO ASSIM, EU TENHO UM TANQUE?” 
Rev. Luiz Gustavo
de 19:15 às 20:30
TOQUE DE SILÊNCIO – a partir das 22:00

DOMINGO

CAFÉ DA MANHÃ –  de 08:00 às  09:00
DEVOCIONAL – de  09:10 às 09:45                                                                                                  
GRUPOS DE ESTUDO – “OS PRIMEIROS SINAIS DE ADVERTÊNCIA”
de 10:00 às 11:45
ALMOÇO - de 12:00 às 13:00
ATIVIDADE LIVRE – de 13:00 às 18:00
JANTA – de 18:00 às 19:00
CULTO – “FORÇANDO OS LIMITES”  Presb. Alex Ker    
de 19:15 às 20:30
NOITE DE TALENTOS – de 20:40 às 22:00
TOQUE DE SILÊNCIO – a partir das 22:00

SEGUNDA-FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ –  de 08:00 às  09:00
DEVOCIONAL – de  09:10 às 09:45 
GRUPOS DE ESTUDO –  “QUANDO ESCOLHEMOS O COMBUSTÍVEL ERRADO”               
de 10:00 às 11:45
ALMOÇO - de 12:00 às 13:00
ATIVIDADE LIVRE – de 13:00 às 18:00
JANTA – de 18:00 às 19:00
CULTO –  “O PERIGO DE ANDAR COM O TANQUE VAZIO” Pastor Silas Rahal
de 19:15 às 20:30
TOQUE DE SILÊNCIO – a partir das 22:00

TERÇA-FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ –  de 08:00 às  09:00
DEVOCIONAL – de  09:10 às 09:45 
GRUPOS DE ESTUDO – “ESCOLHENDO O COMBUSTÍVEL CERTO!”
de 10:00 às 11:45
ALMOÇO - de 12:00 às 13:00
ATIVIDADE LIVRE – de 13:00 às 18:00
JANTA – de 18:00 às 19:00
CULTO – “ANDANDO COM O TANQUE CHEIO, UMA VIDA TURBINADA!” 
Rev. Luiz Gustavo
de 19:15 às 20:30
NOITE DE TALENTOS –de 20:40 às 22:00
TOQUE DE SILÊNCIO – a partir das 22:00

QUARTA-FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ –  de 08:00 às  09:00
ARRUMAR AS MALAS

OBS: OS GRUPOS DE ESTUDO QUE SERÃO REALIZADOS NAS MANHÃS, SERÃO SEPARADOS POR FAIXAS ETÁRIAS (CRIANÇAS, ADOLESCENTES, JOVENS E FAMÍLIA) E MINISTRADOS PELAS RESPECTIVAS LIDERANÇAS.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012