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NOSSA VISÃO Ser para Nova Friburgo e região uma REFERÊNCIA na exposição das Sagradas Escrituras, no alcance de nossa geração, no acolhimento de pessoas em nosso meio e na prática de um cristianismo autêntico

domingo, 3 de dezembro de 2017

ESPIRITUALIDADE NATALINA

            Estamos no Advento, período litúrgico de quatro semanas que antecedem o Natal. A data cristã mais comemorada, por cristãos e não cristãos. O Natal é uma data tão significativa que sensibiliza até quem não entende seu significado. O nascimento do Salvador contado por artistas, propagandas de televisão, por nossos teatros, corais e cultos natalinos comove até quem acha que não precisa de salvação. Porque isso? Por que o amor de Deus pelo homem, enviando seu filho ao mundo, pode não ser compreendido e aceito, mas não pode ser ignorado.
Entretanto, essa data tão especial pode gerar fenômenos negativos para o verdadeiro cristianismo. Um desses fenômenos eu chamo de espiritualidade natalina. Essa manifestação de “fé”, nasce com os apelos e programações do advento, dura com certo entusiasmo somente esse período e depois que passa, se desfaz como névoa ao prenúncio das festas subsequentes.
Espiritualidade é uma condição primordial do ser humano, ou ele tem ou não tem. Não dá pra ser espiritual no natal, ou na páscoa ou nos cultos dominicais. Não se vive temporadas espirituais, isso é outra coisa. Isso tem a ver com sua emoção, com sua cultura e com os hábitos que constroem a sua personalidade. Temos o desafio de como cristãos, desenvolver uma espiritualidade que durante todo tempo se alegra e se renova tanto no nascimento, como na morte e ressurreição de Jesus.
Dessa maneira podemos e devemos celebrar esse natal, não com uma “espiritualidade natalina eventual”, mas com a fé que nos constitui discípulos de Cristo. Uma fé que permanece em nossas vidas a despeito de nossas muitas falhas e limitações. Celebraremos, cantaremos e demonstraremos pra esse mundo que o Messias já nasceu. Não queremos sensibilizar o mundo com a estória de um menino pobre que cresceu e se transformou em um ícone de amor e bondade, mas com a história de um Deus todo poderoso que se rebaixou à condição de criatura, que se entregou para salvar e transformar a nossa própria história.
Que a nossa história pessoal nesse natal seja um canal para Jesus nascer em outras vidas e transformar muitas outras histórias!!!

Rev. LG

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

AO MENOS POR UM DOS MEUS OLHOS...

“Sansão clamou ao SENHOR e disse: SENHOR Deus, peço-te que te lembres de mim, e dá-me força só esta vez, ó Deus, para que me vingue dos filisteus, ao menos por um dos meus olhos.” (Jz 16.28)

            Esse versículo desafia de maneira frontal a natureza da nossa fé. Em contrapartida, ele deixa explicita, toda a nossa limitação em vivenciá-la. Sansão foi um grande Juiz de Deus em Israel. No fim de sua vida, já preso, humilhado e cego ele faz uma oração e pede força para o Senhor por mais uma última vez. Mas a motivação pela qual Sansão pede força é a mais réproba possível: Ele quer se vingar “ao menos por um de seus olhos”, que os filisteus haviam vazado. Sansão, na verdade, ora por vingança. E o pior... Deus ouve essa oração e lhe concede força novamente.
            E você acha que Deus consentiu com o sentimento de Sansão? Definitivamente não! Quando o Senhor lhe restaurou a força não foi a vontade do Juiz cego que foi satisfeita, mas a do próprio Deus. Quando aquelas colunas foram derrubadas e os príncipes filisteus foram mortos, o domínio da Filístia sobre Israel, que durou por muitos, anos chegou ao fim. Sansão foi usado por Deus, não pelas razões que ele esperava, mas pelo propósito que estava no coração do Eterno.
            Podemos aprender algumas lições aqui: 1- A vingança que Sansão buscava era a expressão de seu pecado, que o levou a vergonha e a morte. A graça manifesta e salvadora não o impediram de viver as consequências de seu pecado.  2- Sansão tinha uma visão absolutamente pequena em relação aos propósitos de Deus. Você jamais vai atingir os pensamentos de Deus a seu respeito. 3- Peça a Deus pra te usar sempre, ainda que você não compreenda o que Ele está fazendo. Queira simplesmente seu usado pelo Eterno. Tente enxergar isso com ao menos um de seus olhos...
                                                                                                 Tenha uma excelente semana!!!
                                                                                                                                                                                                                                                                                                Rev. LG
           

  

domingo, 4 de junho de 2017


UMA PERSPECTIVA DO CRISTIANISMO

A PARTIR DOS DOIS MALFEITORES

Lc 23.39-43

 

Creio absolutamente, que os fatos registrados em todo o corpo bíblico, possuem uma razão e um propósito que sempre vão compor algum tipo de mensagem para as nossas vidas. O que acontece é que muitas vezes não conseguimos ver a sublimidade e a riqueza desses fatos registrados.

A narrativa da crucificação, nos remete a um cenário incrível, que não foi montado por um mero acaso e seria um desperdicio não tentar interpretá-lo.


JESUS CRUCIFICADO ENTRE DOIS MALFEITORES, Um a esquerda e outro a direita v. 33

 

PODEMOS EXTRAIR ALGUMAS LIÇÕES PRÁTICAS:

 

1-    CRISTO NOS ENSINA A ESTAR ENTRE DOIS MUNDOS EM CONFLITO v.39,40

- Sua posição entre os malfeitores foi uma forma de nos preparar para uma vida de conflito entre “dois mundos”, representados pelos dois malfeitores.

-Cristo é a razão desse conflito entre os “dois mundos”.

- Nesse conflito todos somos malfeitores, as nossas perspectivas que mudam a história.

 

2-    UMA VIDA DE ARREPENDIMENTO NÃO CONSEGUE VER UMA VIDA DE PECADO SEM JESUS ESTAR NO MEIO v.41

- O ladrão arrependido não podia ver o pecado de seu comparsa sem ver Jesus entre eles. (Eles se conheciam).

-A visão do Cristo crucificado precisa mudar a visão que temos de nós mesmos e a visão que temos do mundo.

 

3-    ENTRE O CONFLITO DESSES DOIS MUNDOS JESUS NÃO FICA EM CIMA DO MURO v. 42,43

- Jesus não tem nenhuma palavra para o ladrão que blasfemava contra ele (Quem não crê em mim já está condenado)

-Jesus tem uma Palavra para o ladrão arrependido v.43 (Quem crer em mim ainda que morra viverá)


           Podemos chegar a conclusão de que este cenário não foi montado sem um propósito. Onde você está? Será que sua tristeza, sua mágoa ou sua ira, não tem te transformado nesse malfeitor blasfemador? Será que mesmo debaixo do teto da religião não temos perdido o nosso foco? Check sua vida, veja se Jesus está produzindo um conflito entre você e o mundo. Fique do lado dele e ele ficará do seu.

 

                                                                                                               Rev. LG

MINHA GRATIDÃO


Quero registrar aqui minha profunda gratidão por meus 10 anos de ordenação pastoral. No dia 02 de junho de 2007, Deus me deu a honra e o privilégio de me tornar pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Primeiro, minha gratidão ao autor da minha vida, o Eterno Deus. Aquele que me chamou das trevas para sua maravilhosa luz, e me chamou ainda, para pastorear uma pequena parte do seu grande rebanho. Nesses dez anos tive dúvidas de muitas coisas, e ainda as tenho. Contudo, nunca duvidei ou titubeei quanto a voz clara e alta que me chamou para estar onde estou. Não me tornei pastor por falta de opção profissional, ou porque não obtive êxito nos meus intentos. Somente aquele que me chamou sabe o tanto que deixei e como foi difícil dizer o meu SIM. Abracei o ministério porque ele me abraçou primeiro, porque me chamaram de pastor antes que de fato eu o fosse. Por isso amo o que eu faço e suporto o peso que SOMENTE quem é pastor conhece.

Segundo, minha Família que sempre esteve comigo em todo o tempo. Minha esposa que é uma sustentadora do meu ministério, não seria nada sem ela. Meus filhos que são minha grande motivação, filhos definitivamente, dão autoridade a um ministério pastoral. Meu filho João nasceu no dia da minha ordenação, completa hoje 6 anos.

Minha gratidão a Igreja Presbiteriana de Nova Friburgo, onde eu conheci a Jesus e minha vida foi absolutamente reestruturada. Foi aqui que fui chamado, foi ela que me enviou para a Congregação em São Geraldo, hoje minha amada Igreja Esperança, que me encorajou a dizer SIM para o ministério. Minha gratidão também a essa igreja querida que me ensinou na pratica o que é ser pastor. Mas tão logo voltei à Igreja Central onde ainda estou, e amo estar!

Foram 4 anos de seminário, seis meses de licenciatura e 10 anos de ordenação. Toda minha vida ministerial prestada a essa igreja (contando a congregação, e pouco mais de um ano como pastor titular da I.P. Esperança). Sei que poderia ter sido muito melhor! Sei Que errei muitas vezes e acertei tantas outras. 10 anos não é muito tempo, mas é tempo suficiente para aprender que nunca vamos agradar a todos (fomos chamados para agradar apenas um), que muitas oposições são grandes oportunidades para crescer, que os dias difíceis são o caminho mais curto para os braços do Pai, que o que aprendemos até aqui não se compara com o que ainda vamos aprender. 10 anos é tempo suficiente para certificar que seu chamado não foi um vento passageiro, que o ministério é uma corrida de perseverança e resistência, que não é dos fortes a vitória nem dos que correm melhor... Esse é um excelente tempo para renovar o valor da promessa: “Aquele que começou a boa obra é fiel para completá-la” Fp 1.6.

Minha gratidão a muitos da IPCNF que me viram chegar neófito e ainda sim por dois mandatos me aceitaram como seu pastor, minha gratidão ao meu pai na fé, Rev. Fernando Pereira Cabral, que viu meu ministério antes de mim mesmo, que me discipulou e tanto me ensinou. Ao Conselho dessa igreja, sem palavras para descrever minha profunda gratidão. Nada poderá apagar tudo que vivemos, assim sinceramente espero.  Estou pronto para continuar!!!

                                                                                   Rev. LG

quinta-feira, 4 de maio de 2017


O DEUS PRÓDIGO

 
            Começamos na última quinta-feira (06/04), nossa série O DEUS PRÓDIGO. Nossa introdução parte do princípio de compreender a ousadia do autor em intitular dessa maneira sua obra. Pródigo é um termo depreciativo, que significa gastador, esbanjador, administrador irresponsável. Compreendemos muito bem quando chamamos o filho mais novo de pródigo, pois seu histórico comprova isso. Mas como, e por que chamar Deus de Pródigo?  A resposta é simples, esse termo, uma vez aplicado a Deus, não lhe infere um valor negativo. Essa expressão lhe ressalta um maravilhoso atributo, seu infinito amor pelo homem pecador! Sim, Ele é pródigo, pois entregou seu Filho unigênito, seu Filho amado, o precioso Rei, em favor de pecadores incorrigíveis e sem merecimento. Gastou muito com quem não tinha valor. Não foi irresponsabilidade pois não existe prejuízo para Deus, uma vez que tudo é dEle e está abaixo dEle. Sua prodigalidade se manifesta a nós como amor infinito!

            A parábola do “Filho Pródigo”, não é meramente uma história de um filho que volta para casa. Jesus começa essa parábola assim: “Certo homem tinha dois Filhos” (Lc 15.11). Essa história então, é sobre um pai e dois filhos. Muitas interpretações dessa parábola, negligenciam a verdadeira mensagem da história, uma vez que há dois filhos, cada um representando uma maneira de permanecer alienado de Deus (Pai), e cada um representando modos de se buscar aceitação no Reino dos Céus.

            Nosso primeiro estudo também analisou o público original que ouviu essa mensagem, e entendemos que a natureza desse público não mudou atualmente, o que torna essa parábola uma mensagem viva e atual. Identificamos dois grupos: PRIMEIRO: “Publicanos e pecadores”. Esses homens e mulheres correspondem a figura do irmão mais novo. SEGUNDO: “Fariseus e mestres da lei”, Esse grupo de ouvintes corresponde a figura do irmão mais velho. Nos próximos estudos vamos nos aprofundar nesses grupos! Não fique de fora, participe dessa bênção!

                                                                               Rev. LG

 

 

A APOTEOSE DO CRISTIANISMO REVELADA NO PÃO E NO VINHO

            Somente Jesus, em sua capacidade de tornar simples as coisas mais complexas do mundo, poderia resumir em dois elementos culturalmente universais, a essência de toda a fé cristã. Sem dúvidas, podemos considerar o nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus, como a apoteose do cristianismo, ou seja, o momento de grande impacto e glória de seu ministério. Na ministração da última páscoa, o Senhor relacionou o pão com o seu corpo e o vinho com seu sangue. Esses elementos se tornariam designadores dos eventos que mudariam a história da humanidade. O pão simboliza o maná que desceu do céu, o sustento incomparável de nossa existência, o verbo que se fez carne e habitou no meio de nós. Entretanto, o pão partido é alusivo ao sofrimento que Jesus sentiu no seu próprio corpo. O sangue vertido, fez expiar os nossos pecados, nos livrando de todas as acusações de morte. Como olhar para o vinho e não lembrar disso? Como tomá-lo e não sentir o misto de uma angústia de morte e um alívio de vida servidos no mesmo cálice? Que Graça maravilhosa! Que mistério insondável! Somente Jesus...

            Contudo, esse sacramento tão simples, revela ainda algo extraordinário. Quando falamos em apoteose, devemos pensar em alguns estágios apoteóticos. O Primeiro foi o mais simples diante dos homens, presenciado por alguns pastores em Belém, e alguns magos do Oriente. O Segundo, sua morte e ressurreição. Esse já teve a grande Jerusalém como expectadora. Mas Jesus, na ministração da ceia, desafia nossa mente e nossa fé. Ele diz que o pão e o vinho serão tipologias dele até que ele venha. Ele vai voltar! O último ato da apoteose terá o mundo por testemunha, todo o olho verá e todo ouvido ouvirá, todo joelho se dobrará e toda língua confessará que ele é o Senhor. Nessa páscoa deixe o pão e o vinho contarem essa história ao seu coração!

                                                                                                          Rev. LG

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

ENFIM O FIM

Fazer uma retrospectiva de 2016 não será uma tarefa simples, e nem confortável para muitas pessoas. Faz um bom tempo que eu não via um ano tão complexo e difícil como esse, com tantos eventos e ocorrências que afetaram a sociedade de uma maneira geral. Em 2011, Nova Friburgo e toda a região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, viveram uma tragédia sem precedentes, a perplexidade e o luto se estenderam como um manto negro em toda Região, e por que não dizer sobre o Estado e o País? Entretanto, essa catástrofe natural gerou na sociedade um sentimento de união, solidariedade e generosidade de natureza tão rara quanto à própria tragédia. Certamente nos tornamos mais humanos, a pesar da dor e das perdas.
Em 2016 não houve deslizamentos de montes e nem desmoronamentos de casas, mas a estabilidade econômica, política e social do País, que estava pendurada em uma encosta, desabou. Infelizmente a reação da sociedade brasileira não foi a mesma de 2011. Uma desesperança toma conta do País, nosso Estado declara falência, Impedimento da Presidente da República, a corrupção que já não escandalizava, escandalizou por se mostrar muito maior do que poderíamos imaginar. Proporcional à corrupção foi (e é) a impunidade. As Olimpíadas não conseguiram entreter o caos, foi uma anestesia fraca que passou rápido.
Mas o fim desse ano, enfim chegou! Será que 2017 vai melhorar? Será que uma mera mudança de calendário freará nosso trem na ladeira a baixo? Difícil dizer... Mas uma coisa é certa amigos, fechamos um ciclo. Precisamos aprender o valor de fechar ciclos em nossas vidas. Foi um ano difícil pra todos, mas ele está sendo fechado. Aprender a fechar ciclos tem mais a ver com o novo do que com o velho. Os problemas continuarão, a crise continuará e o medo também... Mas 2016 foi superado. A melhor retrospectiva é lembrar que o meu Deus esteve comigo todos os dias. A melhor maneira de se preparar para o novo ciclo é saber que Ele também estará todos os dias com você. Quero celebrar minha vitória sobre esse ano, ele passou e eu permaneci. Tenho fechado e aberto novos ciclos desde 1979, o ano que eu não abrir outro por aqui, será o melhor, pois abrirei por fim uma fase nova e maravilhosa que não terá fim. Enquanto isso, celebre o fim desse ano, quanto maior o adversário maior o significado da vitória. Em 2017 lembre-se: “Em Cristo, somos mais que vencedores!”

FELIZ 2017!!!!

                                                                   REV. LG

sexta-feira, 18 de novembro de 2016


O CRENTE KRYPTONITA


Sempre amei as histórias do Superman! Nada mais empolgante do que ter o Homem de Aço, com seus super poderes, como nosso leal protetor. O Superman é o grande herói das histórias, educado, politicamente correto, bem disposto, inteligente, resiliente (sem traumas e desvios de conduta como o Batman, Hulk, Homem Aranha e o Homem de Ferro). Nada parece poder deter o maior de todos os heróis... Exceto uma coisa: A Kryptonita!

Essa pedra oriunda de Krypton, o planeta natal do Superman (na verdade Krypton não existe... Nem o "Super Homem"), tem o sinistro poder de enfraquecer o nosso herói quando se aproxima dele. Quando eu era menino pensava como menino, mas agora que me tornei homem não tenho mais a mente de menino, meu herói é de carne e osso, morreu em uma cruz, ressuscitou e hoje está assentado, em um alto e sublime trono, governando todas as coisas. Mas as vezes tenho dúvidas sobre a existência  da Kryptonita, ou algo parecido.

Sinceramente, tem pessoas que se aproximam de você e parecem que sugam sua força. Pessoas que só reclamam, só criticam, transmitem uma insatisfação crônica com tudo e com todos. São pessoas que nos desequilibram emocionalmente e nos fazem muito mal. Agora, o pior é quando essa pessoa é um cristão, um membro de igreja, aí não dá, fica difícil! Ao invés de sermos os edificadores, os motivadores, os consoladores, nós viramos a Kryptonita do pedaço? Gente, vamos pensar um pouco! Será que eu estou enfraquecendo as amizades? Será que eu estou rodando ao contrário? Será que eu não preciso sair da presença de alguns "crentes kryptonitas" e me fortalecer na real fonte de poder que São a Palavra a oração e o serviço? Pensa ai... Será que algumas circunstâncias não mudaram nossa forma de pensar e agir? Paulo disse: “Examine pois, o homem assim mesmo”.  Eu já estou fazendo meu exame, faça o seu, dá tempo de mudar!

Boa Semana!!!

                                                                                                                                                          Rev. LG

sexta-feira, 28 de outubro de 2016


REFORMA PROTESTANTE

UMA DATA PARA SE LEMBRAR

 

A Reforma Protestante do século XVI, foi sem dúvida um dos mais importantes eventos da Cristandade. Contudo, os efeitos da Reforma ultrapassaram os domínios religiosos e reverberaram na Ciência, nas artes, na política e na economia global. Analisar as implicações da Reforma não é uma tarefa fácil, pois ela aconteceu em um período em que a Igreja Católica possuía uma hegemonia absoluta no governo e cultura das nações mais importantes e influentes do mundo no século XVI. A influência do Catolicismo naquela época, em nada se assemelha à influência dos dias atuais. A igreja estabelecia reis e os depunha, determinava os limites da educação, da ciência, da medicina e das artes, e ainda era munida de força militar o que a tornava poderosa e temida. Seguir o cristianismo no século XVI não era uma questão de fé, mas de sobrevivência nas terras dominadas pelo clero romano.

Todo esse contexto, certamente amplifica, a importância e relevância da Reforma, afinal ela pois em cheque e mudou o rumo da maior potência institucional do mundo naquele tempo. Mas a verdade, é que no dia 31 de outubro de 1517 quando Martinho Lutero assumiu publicamente seu protesto na Alemanha, de maneira nenhuma seria possível equacionar ou premeditar o efeito dominó que aconteceria na economia, na cultura e na política mundial. Entretanto, uma das consequências foi premeditada, intencional e avidamente desejada, um retorno incondicional às Sagradas Escrituras. Um possível resumo das 95 teses de Lutero poderia ser: Deixe a Palavra de Deus guiar a Igreja!

Certamente, a Reforma iniciada com Lutero deixa um importante legado a ser lembrado. A Igreja de Cristo tem como seu maior inimigo a sua liderança e sua membresia, que se deixam guiar por suas próprias vontades e verdades. Desconhecem as Escrituras e as desprezam, de maneira que rumam para um precipício. Nessa caminhada às cegas, a igreja se torna vulnerável a qualquer inimigo externo. Mas quando a Igreja marcha do compasso do Evangelho, olhando firmemente para o autor e consumador da fé, quando ela tem coragem de colocar a sua vontade no altar do sacrifício que se encontra aos pés da Cruz de Cristo. Quando a Igreja tem a inteligência espiritual de se deixar levar pela vontade do Nosso Senhor, revelada em sua Palavra, nenhum inimigo poderá suportá-la ou pará-la. Nenhum sofrimento impedirá sua vitória!

Lembrar da Reforma cerimonialmente é tradicionalismo morto e enfadonho. Fazer uma análise crítica e uma aplicação de princípios às nossas vidas e igrejas, talvez seja a única forma de frear essa putrefação do Evangelho que transforma a igreja em uma caricatura religiosa, distante do retrato real que Cristo pintou com seu próprio sangue. #porumanovareforma

                                                                                            Rev. LG

 

                                                                                                                                

sexta-feira, 21 de outubro de 2016


EU SÓ QUERO QUE MEU FILHO SEJA FELIZ!

 

“Qual pai, dentre vós, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? (Lucas 11.11)

 

Essa é bem a nossa natureza: querer ver os nossos filhos felizes! Somente pais com neuropatologias, ou seja, só gente doente da cabeça e do coração, não quer o bem de seus filhos. Entretanto, a felicidade dos nossos filhos tem sido negociada com uma moeda de alto risco. Um aspecto comum à essa geração, é ver o esforço para tornar nossos filhos mais felizes se convertendo em um processo gradativo de enfraquecimento integral do ser. Muitos pais trazem um sentimento legítimo e generoso como parâmetro de criação: “quero dar para os meus filhos o que meu pai não pôde me dar.” Pois bem, negligenciamos aqui um importante fato, o que seu pai não pôde te dar, possivelmente fez com que você alcançasse o que que você alcançou, ou se tornasse o que você se tornou.

Minha intenção aqui não é dizer que você não deve dar tudo de bom para os seus filhos, mas sim te alertar para a maneira que você dá o melhor para eles. Nossa generosidade não pode enfraquecer nossos filhos. Nossa proteção não pode impedi-los de aprender a se defender sozinhos. Nossa fé não pode impedi-los de terem sua própria fé. A nossa garra não pode fazer com que nossos filhos descansem nela e a nossa força não pode impedir que eles aprendam a lutar por seus sonhos e propósitos.

Nossa maior referência de amor e paternidade é o próprio Deus. Contudo, em sua didática, nosso Pai Celestial nos ensina, a despeito de todas as bênçãos e herdades que recebemos dele, que nós precisamos crescer e amadurecer. Jesus pediu ao Pai que não nos tirasse desse mundo mal, mas que não fossemos destruídos nele. Paulo em Rm 5.3 nos diz que os problemas geram em nós PACIÊNCIA, EXPERIÊNCIA e ESPERANÇA. Uma das razões de vermos essa geração tão ansiosa, insegura e sem esperança, é que nós pais, em nome da felicidade de nossos filhos, não temos deixado eles conviverem com suas tribulações.

Para nossos filhos serem verdadeiramente felizes precisamos ensiná-los que SER é mais importante que TER. Precisamos encorajá-los a serem autônomos em sua fé e corajosos diante de seus medos e limites. Nossos filhos nunca saberão na pratica o que é resiliência, se não conhecerem de verdade o que é um problema. Nunca saberão o que é responsabilidade se não a colocarmos em suas costas e deixarmos caminhar. Precisamos aprender a não querer ensinar nossos filhos a voar. Não se ensina a voar, mas só direcionamos o vôo.   

Que Deus abençoe sua vida!!!!

                                                                                                   Rev.LG

sexta-feira, 14 de outubro de 2016


E O VENTO LEVOU...

 

            Antes de ministrar em uma das agradáveis reuniões da terceira idade da IPCNF, vi sobre a mesa da sala de uma querida irmã, uma caixa decorativa com o tema do famoso filme de Hollywood: GONE WITH THE WIND (E o vento levou). Minha mente e minha mensagem, foram então enriquecidas com uma preciosa ilustração inspirada pelo título do grande sucesso do cinema. Refletindo sobre o verso 7 do Salmo 28 onde Davi afirma:   “O Senhor é minha força e o meu escudo”, considerei sobre a alternância da “guerra da vida” onde com FORÇA atacamos e edificamos e com o ESCUDO nos defendemos de toda a sorte de ataques. O Senhor é a força que nos faz atacar e ir adiante, mas também Ele que é o nosso escudo no dia da tribulação, por isso Davi começa esse Salmo declarando: “A ti clamo, ó SENHOR, rocha minha.”

            Nossa vida, certamente é marcada por coisas, pessoas e circunstâncias que vem e que vão. Assim como o vento que traz e que leva tantas coisas em nossa vida. Nem sempre temos uma boa relação com a dialética dos “ventos” da nossa vida. Gastamos muito tempo considerando o que o VENTO LEVOU. Lamentamos, sofremos e tentamos contabilizar todo o prejuízo causado em nossas vidas por conta do vento que passou. Procuramos entrar debaixo do escudo do Senhor, para prantear e viver o luto do que foi levado por esse “vento”. Louvado seja o Senhor porque temos esse escudo.

            Entretanto, Davi nos afirma que o Senhor não é apenas escudo, mas ele é FORÇA! A força do Senhor não nos é dada para vivermos toda uma vida debaixo do escudo, mas para nos levantar e avançar a despeito dos nossos medos, incertezas e fraquezas. Devemos aprender que o mesmo vento que leva coisas preciosas de nossas vidas, traz consigo novas coisas que podem se tornar preciosas também. Eis ai o grande desafio da dialética dos ventos. As vezes passamos muito tempo colhendo frutos de uma árvore, nosso trabalho é colher. Algumas vezes o vento leva nossa árvore, mas traz consigo sementes, então nosso trabalho deve mudar, deixamos de colher para semear. As vezes passamos muito tempo adornando nossa casa, mas quando o vento leva a casa e traz consigo pedras, precisamos aprender a edificar novamente.

            Na verdade, precisamos aprender que ventos que levam, também trazem. A resiliência da vida consiste em olhar para o que o ventou trouxe e não o que ele levou. Que a força do Senhor te faça olhar o que tem chegado com o vento, e que no dia em que ele levar algo da sua vida, que você encontre escudo no Senhor!

                                                                                      BOA SEMANA!!!!!

 

                                                                                                    Rev. LG

 

                                                                                                                                  

           

sexta-feira, 26 de agosto de 2016


O MAPA DO TESOURO
Mt 6.19-21

 

O Tesouro é um elemento do imaginário humano, o desejável, o tão sonhado, o precioso. O tesouro é o que protegemos, escondemos ou então aquilo que diligentemente e incansavelmente perseguimos. Ele é aquilo que desejamos profundamente “juntar” em nossas vidas, o alvo de nossa maior estima. Conhecedor, por razão autoral, da natureza humana, Jesus trabalha a relação do homem com os seus tesouros, afim de resgatar um princípio simples que foi cruelmente adulterado na história da humanidade: O verdadeiro tesouro é o homem!

O pecado destruiu esse princípio em nossa consciência, adoramos os nossos tesouros, entronizamos eles em nossas vidas, damos a eles nossas primícias que são o nosso tempo e os nossos recursos, os reputamos como prioridade em nossas vidas. Você acha que o tempo e o recurso que você consagra a Deus são adequados?  Ou o pecado já sedimentou sua consciência e você é um daqueles que acham que Deus não quer seus recursos?

Para restaurar esse princípio em nossas vidas, o Senhor precisa restaurar o nosso coração. O Difícil é chegar lá...  O que fazer para chegar ao seu coração? Como chegar no centro de comando da sua existência? Jesus disse que os nossos tesouros são o mapa para chegar ao nosso coração, “onde estiver o seu tesouro ali estará o seu coração” (Mt 6.21). Nessa perspectiva Jesus nos ensina uma preciosa lição: O pecado fez com que os nossos corações perseguissem muitos tesouros perecíveis, e nos tornamos escravos deles. Mas quando o nosso coração para de procurá-los, e simplesmente abre a porta para o Dono de todas as coisas nesse mundo, que está do lado de fora a bater, a nossa vida então se torna um grande “baú” onde  tesouros imperecíveis vão ser generosamente depositados. Os tesouros do mundo não serão mais mapa para achar o seu coração, mas o seu coração será um mapa para se encontrar incríveis tesouros celestiais!!!  

 

Rev.LG

sexta-feira, 5 de agosto de 2016


RIVOTRIL, O NOVO PRÍNCIPE DA PAZ

            A ansiedade, a angústia e a depressão, não são nenhuma novidade para a humanidade. Esses distúrbios da mente e da emoção nos acompanham desde sempre. A Bíblia registra inúmeros casos de homens de fé (Jó, Elias, Davi, Isaías, Jeremias e outros) que tiverem que lidar com esses momentos difíceis, inclusive o Senhor Jesus, vivendo profunda angústia no Getsêmani (Mc 14.33). A história nos conta que pregadores famosos como o Grande Charles Spurgeon sofria de crises agudas de depressão, e um dos maiores compositores cristãos da Inglaterra William Cowper, sofria de sérios transtornos depressivos.
            As doenças não mudaram, entretanto, a relação das novas gerações com esses transtornos mudou drasticamente. A busca por um alívio rápido e fácil, tem jogado um grande número de pessoas em uma prisão psicotrópica. A OMS afirma que 10% da população mundial é dependente de tranquilizantes da classe dos benzoadiazepinícios (Rivotril, Valium e Lexotan). O Brasil é o maior consumidor de Rivotril do mundo, jovens universitários, trabalhadores com menos de 50 anos e donas de casa, configuram um importante grupo de pessoas que buscam paz, uma noite de sono e alívio para seus dilemas pessoais, em uma caixinha de comprimidos que custa R$ 20,00. Esse é o verdadeiro barato que sai caro, muito caro!
            Evidentemente, alguns transtornos precisam ser tratados com medicamentos, e com acompanhamento médico. Contudo, nossa geração tem terceirizado suas batalhas. Esse mundo não tem nos ensinado a enfrentar nossas lutas, mas sim fugir delas a qualquer preço. Hoje em dia, remédios, cirurgias e tecnologia, tentam substituir os valores e princípios que fizeram gerações passadas triunfar. Ou como você acha que as gerações passadas lidaram com seus dramas sem remédios?
            A Bíblia nos ensina que a angústia, a ansiedade e a depressão não são apenas uma patologia do nosso sistema nervoso, mas antes da nossa alma, doente por causa do pecado. Quantos cristãos se cumprimentam com “A PAZ DO SENHOR”, pregam a paz de Cristo, mas são incapazes de dormir ou passar um dia de estabilidade de emocional sem tomar calmantes. Agora pare e pense: ISSO É NORMAL?
 Davi nos ensina que a sequidão de uma depressão pode ser tratada com uma sincera confissão de pecados (Sl 32), Jesus nos ensina que ansiedade pode ser curada com fé nas Promessas de Deus (Mt 6.25-32), e também priorizando as coisas certas em nossas vidas (Mt 6.33,34). Podemos, ainda, aprender com o Mestre, que o pavor e o pânico na alma, e a mais profunda angústia podem ser enfrentadas com a oração persistente (Mc 14.32-36). Talvez seja muito difícil para você, mas lute, não desista, tente esse tratamento com fé! Isaías no cap. 9 não disse que o Príncipe da Paz viria em uma caixinha de tarja preta com 30 comprimidos.

Uma semana excelente para você!!!

                                                                                  Rev. LG

sexta-feira, 24 de junho de 2016


O PESO DA LIDERANÇA

            Qualquer liderança, em qualquer segmento, requer do líder alguns atributos indispensáveis, não necessariamente para o sucesso, mas para a sobrevivência. Ser líder não é fácil em nenhuma circunstância. Esse é um assunto amplo e muito discutível, abordado em incontáveis clássicos da literatura universal. Entretanto, nessas poucas linhas, pretendo fazer um breve resumo, prático, sobre o peso de uma liderança cristã.

            Em primeiro lugar, assumir uma liderança é um ato de coragem que jamais deve ser divorciado de cautela e autoanálise. Ter vontade de liderar é um recurso insuficiente, em si mesmo, para liderança. O Dr. Elias Dantas lista quatro elementos que formam uma liderança cristã eficaz: 1- INTEGRIDADE (recursos morais que justificam sua posição); 2- CONHECIMENTO (recursos intelectuais e técnicos que possibilitam sua função); 3- RESULTADOS (frutos que confirmam sua posição e função). Por fim, o mais importante: 4- A UNÇÃO (recurso do céu, derramado pelo Espírito Santo, que colocam a integridade, o conhecimento e os resultados de um líder a serviço do Senhor).

            Em segundo lugar, o líder deve desenvolver uma liderança plenamente consciente. Pode parecer demasiadamente simples esse princípio, mas ele é vital. Tenha plena consciência de três coisas: 1- Os itens acima citados são essenciais, mas não vão impedir as crises, as adversidades e os problemas no exercício de sua liderança. 2- Por melhor que seja sua liderança, você NUNCA vai agradar a todos. Prepare-se para a oposição. Não deseje simplesmente destruí-la e nem deixe ela destruir você. A forma certa de lidar com suas oposições cristãs está nos pés de Jesus, vá até lá e descubra. 3- Sua maior preocupação é agradar ao Senhor, satisfazer a vontade dEle. Em hipótese alguma negocie esse princípio. Lembre-se: ele está SEMPRE no controle!

            Finalmente, tenha uma liderança inspiradora. Uma das mais belas características de Jesus como líder, era ser inspirador. Seja inspirado por Jesus e procure ser como ele.  Evidentemente a inspiração é uma questão emocional, líderes terríveis foram inspiradores. Contudo, quando os princípios bíblicos e a graça de Jesus dirigem a sua inspiração, ela é revestida com uma unção celestial, ela é para glória de Deus, se torna poderosa e inspira até a sua oposição (ainda que seja para ser melhor contra você). Certamente a liderança pesa sobre os nossos ombros, mas em todo tempo confie naquele que fez os seus ombros, e sabe muito bem que carga pode ser colocada sobre eles!!!


Rev. LG

 

sexta-feira, 13 de maio de 2016


NOVA FRIBURGO RUMO AOS 200 ANOS,

IPCNF RUMO À NOVA FRIBURGO!!!

 
No dia 16 de maio, Nova Friburgo completará 198 anos de vida, quase dois séculos de fundação. Podemos até afirmar que nossa cidade ainda é jovem, se comparando com outras, mas ainda sim já percorremos um bom percurso. Penso que a Igreja Presbiteriana Central deva celebrar essa data com entusiasmo singular, pois dos 198 anos dessa cidade, 124 contaram com a influência espiritual de nossa igreja. Fomos a primeira igreja evangélica para essa cidade, com a finalidade de pregar para a nossa cidade. Em 1824 chegaram os imigrantes alemães e com eles o pastor luterano Friedrich Oswald Sauerbronn, que fundaram em nossa cidade a primeira igreja protestante da América Latina. Entretanto, esse trabalho pioneiro e relevante dos luteranos não conseguiu transpor no primeiro momento, duas grandes barreiras que os afastavam da cidade: A hegemonia da cultura católica e o idioma. Os cultos somente em alemão restringiam a participação dos friburguenses, e a barreira do idioma era um outro problema para a argumentação a favor da presença protestante na cidade, o que fortalecia a cultura “anti-protestante”.

Em 1892, chegam em Nova Friburgo, a fim de fundar o primeiro Seminário Protestante do Brasil o pastor John Merril Kyle e o Pastor John Rockwell Smith. O Seminário contou ainda com a docência do então pastor da igreja luterana o Pr. Johan Gaspar Meyer (que não era alemão e nem luterano, mas suíço e de formação calvinista). O Seminário funcionou até 1896 quando se mudou para São Paulo. Mas o Rev. Kyle reconhecendo a carência da cidade de uma igreja protestante para a comunidade, que influenciasse o pensamento e a cultura friburguense, resolveu fixar residência e organizar primeira igreja evangélica voltada para Nova Friburgo. Embora John Merril Kyle fosse norte americano, falava e escrevia português com rara habilidade (como observamos nas primeiras atas expostas em nosso memorial), o que o possibilitou pregar e argumentar a relevância protestante de maneira eficaz na sociedade friburguense. Logo, pessoas chaves na sociedade como o presidente da Câmara dos Vereadores Alberto Meyer, o jornalista e professor Menezes Wanderley e outros comerciantes e pessoas piedosas se uniram ao movimento que cresceu e se organizou em 1898 como Igreja Presbiteriana de Nova Friburgo, a primeira igreja para a cidade. Nascemos com o propósito de ser para Nova Friburgo. Que o Senhor nos ajude a viver com esse propósito! Nossa visão é sermos relevantes para Nova Friburgo, e de Friburgo para toda região e pra onde mais Deus quiser. Parabéns à nossa cidade amada!!!
 

Rev. LG