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NOSSA VISÃO Ser para Nova Friburgo e região uma REFERÊNCIA na exposição das Sagradas Escrituras, no alcance de nossa geração, no acolhimento de pessoas em nosso meio e na prática de um cristianismo autêntico

segunda-feira, 18 de junho de 2018



MATURIDADE PARA ESTAR 
NA CASA DO PAI
Lc 15.11-32

11 Continuou: Certo homem tinha dois filhos;

INTRODUÇÃO: A parábola do Filho Pródigo, ou melhor dizendo, a parábola dos dois filhos, é muito mais que uma metáfora que contém uma mensagem prática inserida em seu contexto. Estou certo de que essa parábola é um dossiê surpreendente, e minuciosamente preparada por Jesus para  nos ajudar a compreender a configuração e a natureza da igreja que ele chamou para se relacionar com Ele.
            
Para se compreender melhor essa parábola, qual a sua intenção, quem é o seu público alvo e onde Jesus quer chegar com essa história, eu preciso entender primariamente quem são os seus ouvintes originais (Lc 15.1,2). Esses ouvintes representam todos que se relacionam com Jesus em todos os tempos e todos os lugares: PERDIDOS RELIGIOSOS (fariseus e escribas) e PERDIDOS NÃO RELIGIOSOS (publicanos e pecadores).

            De tantas lições que podemos extrair dessa história, a que eu gostaria de explorar e intitular minha mensagem é: MATURIDADE PARA ESTAR NA CASA DO PAI.

1-    POR FALTA DE MATURIDADE SAIMOS DA CASA DO PAI (v.12,13)

ü Qual situação justificaria a atitude do filho mais novo?
ü Na verdade ele foi embora por falta de intimidade com o Pai.

2-    POR FALTA DE MATURIDADE FICAMOS INFELIZES NA CASA DO PAI (v.29)

ü Trabalho sem PRAZER e sem AMOR não é relacionamento e sim profissão. O Pai não te chama pra isso


3-    POR FALTA DE MATURIDADE VOLTAMOS DE MANEIRA ERRADA PRA CASA DO PAI (v.17-19)

ü Motivações erradas nos trazem de volta pra casa do Pai, e acabamos vivendo de maneira errada na casa dele.


4-    POR FALTA DE MATURIDADE NÃO CELEBRAMOS O BANQUETE DO PAI
 (v.25-28)

ü Na verdade queremos sempre que Deus faça o que queremos, e não estamos dispostos a fazer o que ele quer

CONCLUSÃO: Entender a relação de PAI E FILHO, requer de nós maturidade!

ü Precisamos saber que dependemos do Pai
ü Precisamos nos alegrar com a alegria do Pai
ü Precisamos saber que não somos os únicos amados do Pai
ü Precisamos ser desarmados pelo Pai v.20


REV. LG



segunda-feira, 21 de maio de 2018


ALCANÇANDO UM CORAÇÃO SÁBIO
SALMOS 90.12

“Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio”

INTRODUÇÃO:  O coração sábio é uma das maiores riquezas que um homem pode ter, e Moisés no fim de sua vida sabia disso muito bem!
Foi o coração sábio de Moisés que não permitiu que ele acabasse seus dias no cativeiro da mediocridade e do auto esvaziamento existencial.
A ideia de Moisés não é simplesmente contar dias... Mas aprender com Deus como contá-los, segundo a vontade e a sabedoria Dele.

Por que contar os nossos dias, segundo os ensinos do Senhor, nos faz alcançar um coração sábio?

1-      DEUS NOS ENSINA QUE UM DIA DELE VALE MUITO MAIS DO QUE O NOSSO v.4
ü  Precisamos aprender a enxertar os dias de Deus nos nossos dias.

COMO VOCÊ PODE TRAZER OS DIAS DE DEUS PARA OS SEUS DIAS?

2-      NENHUM DE NOSSOS DIAS PODE SER APROVADO POR DEUS v.9
ü  Todos os nossos dias são reprovados diante de Deus, somente Jesus pode salvar cada dia da nossa vida.

ALGUM DOS SEUS DIAS PODEM SER APROVADOS DIANTE DE DEUS?
ENTÃO VOCÊ PRECISA URGENTEMENTE DE JESUS!

3-      QUANTO MAIS VIVEMOS MAIS PERTO CHEGAMOS DA MORTE v.10
ü  A medida que vivemos, ao invés de melhorar pioramos.
ü   Ao invés de nossos dias se encherem mais de vida, eles se aproximam mais da morte.

COMO VOCÊ ENXERGA O SEU ENVELHECIMENTO?
SUAS LIMITAÇÕES TORNAM SUA DEPENDENCIA DE DEUS MAIOR?

4-      O SENHOR É O ÚNICO QUE DÁ A VERDADEIRA RETRIBUIÇÃO PARA OS NOSSOS DIAS v. 15
ü  Em Jesus todo o sofrimento de nossos dias se converterá em uma generosa retribuição.

VOCÊ CONSEGUE SE ALEGRAR COM ESSA RETRIBUIÇÃO ESPIRITUAL?


CONCLUSÃO: Contar os nossos dias em Deus é a forma mais poderosa para:
1-)  Alcançar maturidade (passamos a ter a mente de Cristo) .
2-) Lidar com os dramas mais complexos das nossas vidas.
3-) Encher nossa vida com a Esperança viva (Jesus é a personificação da esperança).


Rev. LG









terça-feira, 1 de maio de 2018


VENCENDO OS NOSSOS MEDOS
2 TIMÓTEO 1.6-13

O apóstolo Paulo escreve para Timóteo, seu filho na fé, a fim de encorajá-lo a prosseguir, a perseverar, em seu ministério, a guardar com fidelidade e com ousadia sua vida cristã. Timóteo era um jovem pastor, serviu como cooperador e representante de Paulo em algumas igrejas entre elas as de Corinto, Filipos e Éfeso. Mas o que percebemos no texto é que Timóteo aparentava ter um espírito temeroso, e vemos também esta preocupação de Paulo com Timóteo, quando ele escreve para os coríntios ( 1 Co 16.10-11 ) e pede a estes que recebam Timóteo de maneira com que ele se sinta a vontade. Talvez este temor seja  sua pouca idade ou por sua falta de vivência, algo muito comum entre os jovens. Mas uma coisa que devemos perceber e entender é que somente as coisas difíceis, as coisas complicadas, os grandes desafios nos causam temor, nos fazem tremer. Isto é algo natural do ser humano, e o que faz a grande diferença nestas situações é aquilo que você carrega dentro de si, e Paulo em sua sabedoria cuida de Timóteo: “Te admoesto que reavives o Dom que há em ti” . Paulo encoraja a Timóteo dizendo : “Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação”.

Podemos meditar de maneira breve neste conselho de Paulo, e pensar como ele pode nos ajudar a vencer os nossos medos.

1-      VENCEMOS NOSSOS MEDOS COM ESPÍRITO DE PODER.

Quantas vezes estamos mediante a situações difíceis em nossas vidas e parece que ficamos sem força para agir, para revidar os ataques que sofremos todos os dias. Ficamos inertes como uma estátua, vendo nossa casa, nossa família, nosso trabalho, nossa fé sendo destruída aos poucos, e não fazemos nada. Nos falta poder para reagir, ficamos fracos. Mas glória a Deus que o próprio Paulo é quem nos diz:
“ Que o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza, me gloriarei nas fraquezas para que o poder de Deus repouse sobre mim.” “e não me envergonho do evangelho par que ele é poder de Deus”.

Nós precisamos viver com poder de Deus, mas para isso precisamos viver com Deus Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo.”


2-      VENCENDO O MEDO COM O ESPÍRITO DE AMOR 

O amor é o caminho sobremodo excelente, Paulo vivia com poder de Deus em sua vida, mas foi o seu amor que permitiu que ele cuidasse de Timóteo. Assim como uma criança como medo, perde o medo quando está perto de alguém que é mais forte do que ela, chegue perto de pessoas que precisam vencer o medo, ajude-a a caminhar, até que ela possa caminhar sozinha. Pedro teve medo quando Jesus foi preso, mas Jesus cuidou daquele homem, até que ele pudesse andar sozinho, e depois ele pode cuidar de muitos outros. 1Jo 4-18 diz, “No amor não existe medo, o perfeito amor lança fora o medo”. Somente Deus tem o perfeito amor, leve o amor de Deus para quem tem medo, e se você que está aqui hoje, e vive atormentado por algum medo, receba o amor de Deus em seu coração em nome de Jesus.

3-      VENCENDO O MEDO COM ESPÍRITO DE MODERAÇÃO

Interessante que essa palavra moderação em grego significa, PENSAR SEGURAMENTE. Precisamos ter nossos pensamentos seguros, porém o inimigo trabalha afim lançar dúvidas e temores em seu coração, bem como uma aranha venenosa que injeta o veneno em sua vítima, para que ela fique paralisada e então ela poder devorá-la sem grandes dificuldades.
É triste vermos tantos jovens se perdendo no mundo do crime, das drogas das prostituições. Os drogados dizem que usam drogas para se sentirem livres, mas vivem escondidos com medo. “não podemos nos conformar com este século, mas precisamos ser transformados pela renovação da mente”, mentes firmes, pensamentos seguros. Pense assim pois você é mais que vencedor, “e nada pode te separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nem tribulação, nem angústia, e perseguição, nem fome ou nudez, nem perigo ou espada, em todas estas coisas somos mais que vencedores.”

CONCLUSÃO: Último conselho de Paulo, Fp 4.8 “finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento”
E a paz de Deus que excede todo entendimento guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.

                                                                                                                                      Rev. LG


terça-feira, 24 de abril de 2018

COMO SABER QUE CONHEÇO A JESUS
1Jo 2.3-6


3  Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos.
4  Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.
5  Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele:
6  aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.

Neste estudo seguiremos o pensamento de João na exposição de sua interpretação do evangelho em uma aplicação prática em nossa vida. Já vimos:


O PRÓLOGO (1.1-4)
A NOSSA COMUNHÃO: (1.5-7)
-COM DEUS
-COM OS HOMENS
A NOSSA CONDIÇÃO COMO PECADORES DIANTE DE DEUS (1.8-10)
A CONDIÇÃO DE DEUS DIANTE DOS NOSSOS PECADOS (2.1-2)
O TESTE DA NOSSA RELAÇÃO COM CRISTO (2.3-6)
O TESTE DO NOSSO AMOR (2.7-11)


Este título “como saber que conheço a Jesus”, tem sua razão em uma circunstância que a Igreja da Ásia Menor, pra quem João escreveu esta carta, estava vivenciando. Haviam uns falsos profetas naquela região que diziam possuir um conhecimento mais profundo de Deus e de Cristo do que eles. Esse grupo ainda existe hoje. O que João ensina para aquele povo é exatamente o que deve ser ensinada em nossas igrejas hoje.
Assim, João vai fazer sua apologia nos ensinando o seguinte:


1-A FORMA PELA QUAL SE CONHECE A CRISTO
3  Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos.
PARA SE GUARDAR MANDAMENTOS É NECESSÁRIO PREIMEIRAMENTE: CONHECÊ-LOS.


2- O PERIGO DA CONTRADIÇÃO
4  Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.


MAIS UMA VEZ, A NECESSIDADE DA COERÊNCIA ENTRE O QUE SE DIZ E O QUE SE FAZ.



AQUELE QUE NÃO CONHECE O MANDAMENTO, NÃO GUARDA O MANDAMENTO. QUEM NÃO GUARDA O MANDAMENTO, NÃO CONHECE A CRISTO.



ESTA CONTRADIÇÃO PODE SER INCONSCIENTE, OU SEJA, COMETIDA POR PESSOAS QUE INCONSCIENTEMENTE ACHAM QUE CONHECEM A CRISTO.


3- O PERFIL DE QUEM CONHECE A CRISTO
5  Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus.

O CONHECIMENTO DE CRISTO CONSISTE EM UM PROCESSO.
(Pv 4.18;  2Co 3.18)



4- A PROVA FINAL DO CONHECIMENTO DE CRISTO
Nisto sabemos que estamos nele:
aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou


O CONHECIMENTO DE CRISTO, EXIGE DE NÓS UMA DEMONSTRAÇÃO NÃO APENAS DA TEORIA, MAS DA PRÁTICA.



A NOSSA PRÁTICA DE VIDA PRECISA REFLETIR CRISTO, CASO CONTRÁRIO NÃO O CONHECEMOS.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

A VISÃO DO TRONO DE DEUS NOS PREPARA PARA A TRIBULAÇÃO




https://m.youtube.com/watch?v=qk-z7le97Xo

A VISÃO DO TRONO NOS PREPARA
 PARA A TRIBULAÇÃO
Apocalipse 4


INTRODUÇÃO:  O capítulo 4 do Apocalipse inicia o segundo ciclo da visão de João. No primeiro ciclo João tem uma visão da igreja e de Jesus no meio dela. É uma visão que tem sua revelação na terra, onde a igreja está plantada. Até o capítulo 3 Jesus revela para João que Ele conhece muito bem a sua igreja, a partir do capítulo 5 Jesus passa a revelar o que a igreja enfrentará aqui na terra antes de sua volta, A TRIBULAÇÃO.
            Mas o capítulo 4 é uma preparação importantíssima para enfrentarmos essa tribulação. O que Jesus revela não é apenas uma visualização do futuro, mas um entendimento para não sermos destruídos nele.
            O que podemos aprender de tão importante em Apocalipse 4:



1-  A REVELAÇÃO DO CÉU É UM CONVITE AO DESAPEGO DA TERRA v.1,2

ü  João não vê uma porta aberta na terra, mas uma porta aberta no céu v.1
ü  Em Ap 1.10 João precisa apenas se virar para receber a visão, agora ele precisa subir a um lugar diferente.  Na primeira visão João contemplou a relação de Jesus com o presente da igreja, mas agora ele vai contemplar essa relação em uma perspectiva futura.
ü  A mensagem central desse capítulo é mostrar para noiva que Deus está no trono. Antes de revelar que, o mundo perseguirá a igreja (abertura dos sete selos) que Deus visitará o mundo com seu juízo (as sete trombetas) e antes do Juízo Final (as sete taças), é revelado que Deus está governando o mundo assentado em seu trono.
ü  O que João passa a enxergar agora não pode ser visto com olhos humanos, mas de maneira espiritual v.2

2- DEUS ESTÁ NO TRONO v.2-7

ü  João não descreve Deus, mas como ele é capaz de enxerga-lo em sua limitação.
ü  Jaspe (pura e cristalina)  e o sardônico (vermelho do juízo), representam a santidade e a justiça.
ü  O arco-íris representa a misericórdia no trono. Em Gênesis ele aparece depois da destruição, agora ele aparece antes. v.3
ü  Os relâmpagos e trovões testificam que no trono também está o Juízo de Deus. v.5
ü  O trono de Deus ainda é um trono de santidade e transparência. O verso 6 é uma contraposição a Isaías 57.20

3- A IGREJA TAMBÉM ESTARÁ NO TRONO DE DEUS v.4

ü  Os vinte quatro anciãos representam a igreja de Cristo remida e sentada no trono. Os vinte quatro turnos dos sacerdotes diante da arca, são aqui representados pela igreja, que no presente se divide mas no futuro será apenas uma.
ü  A igreja é aqui identificada por sua vestidura (branca) sua incumbência (juízes sentados no trono) e posição (coroas de vencedores). Todas essas identificações foram prometidas por Jesus às Igrejas.

4- A ADORAÇÃO DIANTE DO TRONO (v.6-8)

ü  Os quatro seres viventes representam todo o poder da totalidade da natureza. Como Deus se manifesta na sua criação. (o nobre, o forte o sábio e o rápido), Bloofield entende que representam Jesus como é descrito nos evangelhos (Mateus= Rei, Marcos=Servo, Lucas=Homem Perfeito, João=Aquele que veio e voltou para o céu).
ü  Willian Hendicksen acredita que esses seres viventes são os querubins ou serafins que servem a Deus diante do trono.
ü  Mas a igreja também adora diante do trono, retirando sua coroa e depositando diante do único que é digno.

CONCLUSÃO:
Para enfrentar nossas tribulações, precisamos trazer hoje para o nosso presente aquilo que o Senhor nos revelou para o nosso futuro. Precisamos aprender a olhar para o trono hoje e tirar as nossas coroas hoje. Precisamos nos desapegar da terra hoje e mira no céu hoje.


segunda-feira, 2 de abril de 2018


A TEOLOGIA DA PÁSCOA
Rm 8.1-11

INTRODUÇÃO:
 A Carta do apóstolo Paulo aos Romanos, é sem dúvida seu tratado teológico mais importante e a mais importante influência teológica do cristianismo. Se por um lado, podemos afirmar que os Evangelhos são a essência do pensamento cristão, por outro lado, podemos afirmar que as cartas doutrinárias são a aplicação prática desta essência na vida da Igreja.
Nessa carta, que muitos renomados teólogos concordam ser a mais importante, também muitos destacam a riqueza do capítulo 8. Um capítulo que nos dá conta de tantas verdades, desafios e uma dose generosa de esperança e a mais profunda certeza de que Deus está no controle de absolutamente tudo.
A Ressureição de Jesus não pode ser uma mera informação infantilizada ou minimizada pela cultura. Uma compreensão teológica nos ajuda a compreender melhor o lugar e o sentido da Páscoa em nossas vidas.
Neste breve estudo queremos destacar a implicação da teologia da páscoa cristã, ou seja a RESSURREIÇÃO, na vida prática de cada crente. Vejamos algumas considerações neste texto:
1-      A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A CHAVE PARA TODA A ESPERANÇA FUTURA (v.1-4)
ü O verso 1 revela o fruto da ressurreição de Jesus em nossas vidas.
ü Se Jesus não tivesse ressuscitado ainda estaríamos cativos na lei do pecado descrita no capítulo 7, impedidos de experimentar o perdão de nossa condenação (8.1)
ü A Lei adoeceu por causa do pecado (v.3) por isso ela não pode resolver a guerra que vivemos com o pecado (Rm 7.14-23).
ü PRECISÁVAMOS DE ALGO EXTRAORDINÁRIO, CRISTO FEZ ISSO!!!

     2-   NOSSO TESTEMUNHO TESTIFICA A APLICAÇÃO DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO EM NOSSAS VIDAS, OU NÃO... (v.5-9)

  ü  Nossa vida e nosso testemunho testificam se o benefício da ressurreição se aplicou em nossas vidas ou não (v.5.)
  ü  William Temple (arcebispo da Cantuária Séc. XX) afirmou sobre esse assunto: “Sua religião é o que você faz com sua solidão. Ou seja, onde quer que vá a sua mente com maior naturalidade e liberdade quando não há mais nada que a distraia. É para isso que você vive de fato. Eis a sua religião! “
  ü  Você em sua solidão, quando ninguém te vê,  cogita as coisas da carne ou as do Espírito?
  ü  Se você não se preocupa sinceramente com as coisas do Espírito, se não há guerra dentro de ti por causa do pecado, se você vive sem culpa e sem tristeza pelo seu pecado, pode começar a se preocupar com a falta da aplicação da ressurreição em sua vida.

      3-   O PROCESSO DA APLICAÇÃO DA RESSURREIÇÃO NA VIDA DO CRENTE (v.10,11)

    1- PRIMEIRO PASSO:
ü  O cristão “autêntico” (não deveria haver falso cristão) não é distinto pela “vida corporal”, mas pela “vida espiritual”( v.10). O nosso corpo está morto por causa do pecado, mas o espírito está vivo por causa justiça (imputada pela ressurreição).
ü  Então o cristão pode viver no pecado indiscriminadamente? De modo algum! (Rm 6.1; 12-14) Nossa carne vai inclinar para o pecado, mas o espírito vivificado pela justiça da ressurreição vai declarar guerra contra o pecado, e a despeito da natureza caída, essa guerra produzirá frutos morais e éticos em nossas vidas ( Esses frutos não nos salvam, mas testificam que fomos salvos)
2- SEGUNDO PASSO:
ü  Se o Espírito (com E maiúsculo) que ressuscitou Jesus, de fato habita em nós, depois de restaurar nossa condição espiritual, também irá vivificar o nosso corpo mortal (v.11).
ü  Então, a segunda aplicação da ressurreição de Cristo em nossas vidas é a GLORIFICAÇÃO (Rm 6.4,5). Seremos ressuscitados em Cristo no último dia. Até lá nos importa fazer guerra contra o pecado.

CONCLUSÃO:  Podemos concluir esse estudo compreendendo o seguinte:
1-      Se Cristo tivesse feito tudo o que fez mas não tivesse ressuscitado, tudo o que ele pregou e realizou não teria influência nenhuma em nossa vida. Sua ressurreição é a chave para nosso perdão e nossa salvação.
2-      A ressurreição nos livra da condenação final, mas não nos livra de nossa guerra contra o pecado. Na verdade Deus nos equipa e nos prepara através de sua Palavra e de seu Espírito para essa guerra.
3-      Mas no fim, que certamente virá, não seremos apenas igualados espiritualmente com Cristo, mas também experimentaremos como ele e por causa dele, a ressurreição.

Rev. Luiz Gustavo Castilho


           
           


segunda-feira, 26 de março de 2018


CARTA À IGREJA EM SARDES
Quem você é nessa história?
Ap 3.1-6

Jesus identifica na igreja em Sardes três grupos de pessoas. Considerando que essa igreja era assolada pela influência do mundanismo e marcada pelo descaso com a obra do Senhor em função de priorizar sua vida pessoal, podemos chegar a uma conclusão: A igreja de Sardes possui muita semelhança com a igreja contemporânea.
Vejamos esses três grupos identificados por Jesus:
  

1- haviam membros na igreja que não eram convertidos, estavam mortos v.1

üSão pessoas cauterizadas na fé, não se importam com mais nada além de seu interesse próprio. São meramente vaidosos
üJudas Iscariotes, Ananias e Safira (At 5.3,4), e Alexandre latoeiro (2Tm 4.14) podem ser exemplos desses mortos.

2- haviam membros na igreja que estavam em fase terminal de vida espiritual  v.2
ü Muitos estavam mortos, mais haviam ainda alguns que estavam para morrer, estes precisavam ser consolidados ou morreriam.
ü São pessoas que amam a Deus, tem temor no coração, mas suas vidas e seus testemunhos não fazem jus ao chamado de Cristo em suas vidas. São crentes sonolentos e letárgicos.
ü Pedro, Tiago e João simbolizam isso orando com Jesus no Getsêmani.

3- Haviam na igreja poucas pessoas que não se contaminavam com o mundo v.4
ü Esse é um grupo verdadeiramente pequeno e raro. Pessoas animadas na obra a despeito de seus contextos. Pessoas que decidiram não contaminar suas vestes com o mundo.
ü Pessoas que tomaram a Palavra de Deus como regra de fé prática para suas vidas, que a amam e a conhecem.

Observando os grupos que Jesus classifica nessa igreja, sinceramente em qual você se encaixaria?

CONCLUSÃO: Jesus vê o vencedor mesmo quando ele acha que está sozinho. Um reavivamento é a única solução que Jesus vê para essa igreja. Ele apresenta uma advertência no verso 2 e três propostas no verso 3 para um avivamento: LEMBRA-TE; GUARDA-O; AREEPENDA-TE.

REV. LG






 





domingo, 18 de março de 2018

UM DEUS SURPREENDENTE GERA SERVOS SURPREENDENTES


UM DEUS SURPREENDENTE GERA SERVOS SUPREENDENTES
Ef 2.1-10

INTRODUÇÃO: Quando Jesus se revela para o homem, qualquer pessoa se sentirá surpreendida com isso (Deus sempre surpreendeu seus servos em suas revelações, e Jesus também). Mas diferente de outras pessoas ou instituições que podem te surpreender, Jesus não apenas surpreende, mas ele te transforma. Vejamos como nosso Deus nos surpreende e nos transforma em Cristo Jesus.

1-  SURPREENDENTE EM SUA ACEITAÇÃO v.1,2
Sua aceitação é transformadora. Sermos aceitos sem merecer é algo surpreendente!

2- SURPREENDENTE EM SUA GENEROSIDADE v.4,5; 8,9
Sua generosidade é transformadora. Recebermos misericórdia quando merecíamos juízo é surpreendente!

3- SURPREENDENTE EM SEU EMPEENDEDORISMO v.6,7;10
Seu empreendedorismo transformador. Receber um investimento de Deus quando ninguém acreditava em nós é surpreendente!

CONCLUSÃO: Se somos feitura dele, precisamos ser surpreendentes como Ele. Essa carta foi escrita por um homem surpreendente, em uma condição surpreendente. Paulo o perseguidor e encarcerador dos servos de Cristo, agora os encoraja enquanto está perseguido e encorajado. Peça a Deus para te surpreender  e te tornar alguém surpreendente.

Rev. LG


terça-feira, 13 de março de 2018


QUANDO VEMOS DEUS COMO UM INIMIGO
Jó 16,6-12

INTRODUÇÃO: A história de Jó é de maneira geral muito conhecida, entretanto, muitos aspectos dessa história são desconhecidos e estranhos para nós. O homem de fé que conhecemos revela um Deus que desconhecemos. Nossa mente reconhece um Deus bom, ela está programada para lidar com um Deus Bom. MAS E QUANDO VEMOS DEUS COMO UM INIMIGO?
                Pode ser que em alguns momentos de nossas vidas venhamos a nos deparar com a face de um Deus cruel, que afronta as nossas vontades, os nossos sonhos, a nossa segurança, os nossos maiores tesouros. Jó se deparou com essa face de Deus, e sua experiência deve ser para nós um referencial do comportamento humano diante de suas crises.
Como os dramas de Jó são compreendidos por sua alma, por sua mente?
VEJA ALGUMAS CARACTERÍSTICAS:

1- JÓ VIVE UM IMPASSE DOLOROSO NA SUA EXISTÊNCIA v.6
A indecisão da alma é um sintoma de que devemos soltar as rédeas de nossas vidas. Não deixar para lá, mas entregar o controle de nossa história para o único que pode controlar de verdade.

2- JÓ CRÊ QUE DEUS O FEZ EXPERIMENTAR O EFEITO DEVORADOR DE UMA PERDA v.7
Em Cristo não perdemos absolutamente nada. Tudo é dele, por ele e para ele. Nele temos tudo!

3-  JÓ CONSIDERA SUA MISÉRIA UMA PROVA DA IRA DE DEUS v.8,9
Como pensar diferente? A única maneira de fugir dessa cilada é crer que a Palavra de Deus não falha! 

4- JÓ RELACIONA A MALDADE DOS HOMENS COM A VONTADE DE DEUS v.10,11
Nem sempre o mais armado é o mais forte (não é dos fortes a vitória...)

5- JÓ ACREDITA QUE A PAZ QUE ELE CONQUISTOU FOI ROUBADA POR DEUS v.12
A verdadeira paz é fruto da nossa maior Guerra, contra nós mesmos. A verdadeira paz vem da cruz do Senhor.

QUANDO VEMOS DEUS COMO INIMIGO, PRECISAMOS REPENSAR A NOSSA VIDA:

 A HISTÓRIA DE JÓ NOS ENSINA TRÊS VERDADES IMUTÁVEIS QUE EXPERIMENTAMOS ATRAVÉS DE NOSSA FÉ EM JESUS!

1- DEUS TEM PLANOS MAIORES E MELHORES

2- DEUS TEM O CONTROBEM TODO O TEMPO

3- HISTÓRIAS SÓ ACABAM  NO FIM...

Rev. LG