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NOSSA VISÃO Ser para Nova Friburgo e região uma REFERÊNCIA na exposição das Sagradas Escrituras, no alcance de nossa geração, no acolhimento de pessoas em nosso meio e na prática de um cristianismo autêntico

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PREGADORES EXCELENTES PREGAM SERMÕES EXCELENTES

  
     Nos estudos bíblicos no mês de janeiro na Igreja Presbiteriana de Nova Friburgo, estamos fazendo uma exposição do sermão do   apóstolo Paulo pregado no areópago de Atenas. O texto de Atos 17:16-34, não revela apenas um sermão excelente, mas principalmente um PREGADOR excelente! Como você meu   irmão, pode se tornar um pregador excelente?  Veja como esse texto revela quem pode ser um  pregador excelente:

1-É UM CRISTÃO “OPORTUNISTA”: Enquanto Paulo os esperava em Atenas...” (v.16.a) O Cristão oportunista é aquele que não perde a oportunidade de pregar a Cristo. Paulo não planejou ir à Atenas naquela feita, ele esperava por Silas e Timóteo que viriam de Beréia. Enquanto os esperava, Paulo aproveita a oportunidade de pregar o Evangelho.

 2-É UM CRISTÃO SENSÍVEL À SUA VOCAÇÃO: “...o seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade” (v.16.b) Paulo sente e se importa com a necessidade que aquele povo tem de ouvir o Evangelho que nós fomos chamados pra pregar. 

3-É UM CRISTÃO COMPROMETIDO COM A SUA VOCAÇÃO: “Por isso, dissertava na sinagoga entre os judeus e os gentios piedosos; também na praça todos os dias, entre os que se encontravam ali.” ( v.17) Paulo não é apenas sensível. Ele transforma sensibilidade em comprometimento. Pregadores excelentes, precisam ser comprometidos com a obra do
Senhor, ir além da emoção 

4-É UM CRISTÃO FUNDAMENTADO NO ALICERCE DA RELIGIÃO: “E alguns dos filósofos epicureus e estóicos contendiam com ele, havendo quem perguntasse: Que quer dizer esse tagarela? E outros: Parece pregador de estranhos deuses; pois pregava a JESUS e a RESSURREIÇÃO(v.18) O foco de uma pregação precisa ser Cristo, nunca o homem. Nunca as necessidade, sempre a Jesus e sua Obra (nascimento, vida, morte e ressurreição).

5-É UM CRISTÃO QUE AGE COM ESTRATÉGIA: “Então, Paulo, levantando-se no meio do Areópago, disse: Senhores atenienses! Em tudo vos vejo acentuadamente  religiosos;  porque, passando e observando os objetos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está inscrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio. (v.22,23) Paulo mostra inteligência em abordar os gregos. Estratégia para chegar, para falar e alcançar os corações. Muitas vezes os corações estão destrancados precisamos descobrir a melhor  forma de abrir as portas.

Rev. Luiz Gustavo Castilho

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

OS HERBÍVOROS E MAMÍFEROS DA NOVA GERAÇÃO

           Passam as gerações, mas o mais  importante continua a ser: MANTER O FOCO! O foco do cristianismo não é a igreja, não é o culto, não é a vida do cristão e nem a do não convertido. Não é a doutrina e nem tão pouco os costumes. O foco do Cristianismo é a Glória de Deus na pessoa de Cristo! Penso que é isso que define que igreja, e que crente devemos ser.  Mas podemos concordar que esse foco aparentemente simples, sofre danos severos em nossos dias.  Dizer que o movimento de uma massa evangélica não influencia o nosso cristianismo brasileiro, não é mais possível. Surge uma nova geração animada, empolgada, que reclama do cristianismo a LIBERDADE. Mas me assusta, que a liberdade que esse povo reivindica, é uma liberdade simplesmente cúltica, ou seja, liberdade só no culto. Livres para cantar por horas, para pular, para dançar, para chorar, para dizerem coisas com sentido e sem sentido. Acho que tudo isso pode ser discutido, mas esse, definitivamente, não é o foco. Mas esse é um movimento crescente, não se pode negar. Não quero abordar aqui o seu crescimento natural vegetativo, ou seja, pessoas que se convertem lá, essa é outra história. Assustador é o crescimento migratório que acontece em nossos dias. Um crescimento que não implica crescimento no reino, pois as ovelhas só trocam de aprisco. Trocam por que? Basicamente podemos dizer que trocam por causa da comida! Cresce o número de “Restaurantes”, enormes, suntuosos, especializados em servir CAPIM. Mas essa realidade é para atender a demanda de uma nova classe de herbívoros espirituais, que se alegram em receber o capim magro, que recheia as encantadoras embalagens do “novo Cristianismo”. Ainda há pão na casa do pão... O problema é que a nova geração mudou a sua cadeia alimentar, e eles se engasgam com o pão genuíno. Ser espiritual passou a ser um atributo externo. Para Cristo a liberdade consiste em conhecer a Palavra, compreendê-la, aplicá-la. Para muitos, ela é mais um elemento do culto. Capim não alimenta por isso a migração continua a crescer. O perigo é que você pode morrer de desnutrição, ou então viver uma “fé poderosa”, sem conhecer o Poder de Deus. Os mamíferos... Estes estão em todos os lugares. Recebem o bom leite, mas não querem mais que isso. Paulo lidou com isso (1Co 3.2). Quem toma somente leite é criança, os mamíferos levantam hoje um enorme exército “infantil”, talvez um dia, as babás substituam os pastores. PODEMOS MUDAR ISSO? QUEREMOS MUDAR ISSO? Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos  (Jo 8.31).
                                Para a sua reflexão!  Boa semana!!!!                          
                        
                                   Rev. Luiz Gustavo Castilho.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

UM ALERTA SOLENE À IGREJA



    É tempo de balanço, de reflexão, de tomada de decisões. É tempo de despojarmo-nos daquilo que foi apenas peso e comprometermo-nos com princípios e valores que deixamos para trás. Muito embora tenhamos recebido bênçãos sem medida, e todas como expressão da graça de Deus, reconhecemos que a igreja poderia ter sido mais santa, mais unida, mais operosa, mais dinâmica, mais alegre, mais cheia do Espírito Santo. Para isso, três atitudes devem ser observadas:


1. Precisamos fugir do secularismo que mundaniza a igreja. O secularismo é uma realidade inegável. É a ideia de que Deus não interfere em todas as áreas da nossa vida. No domingo somos crentes; durante a semana vivemos a vida do nosso jeito e ao nosso gosto. Assim, namoro, casamento, negócios e lazer pertencem a área do secular e nessas áreas amoldamo-nos aos ditames do mundo e não aos preceitos da Palavra. Nossas festas, embora precedidas por um culto a Deus, estão se tornando cada vez mais mundanas, onde não faltam bebidas alcoólicas, músicas profanas, danças sensuais, e todos os apetrechos importados das boates mais especializadas no lazer mundano. O mundo está entrando na igreja e a igreja está se amoldando ao mundo. Colocamos o pé no freio ou a igreja será sal sem sabor e luz debaixo do alqueire.


2. Precisamos fugir do legalismo que oprime a igreja. O legalismo é um caldo mortífero que adoece a igreja em nome da verdade. Brigam por aquilo que é secundário e negligenciam aquilo que é essencial. Em nome do zelo espiritual ferem pessoas, perturbam a paz e quebram os vínculos da comunhão. O legalismo é fruto do orgulho e desemboca na intolerância. Em nome da verdade, sacrifica a própria verdade e insurge-se contra o amor. Não podemos caminhar por essa estrada. Aqueles que o fizeram no passado colheram frutos amargos. Acautelemo-nos!


3. Precisamos fugir do liberalismo e do sincretismo que atacam a igreja. O liberalismo tira da Escritura o que nela está e o sincretismo acrescenta a ela o que nela não pode estar. O liberalismo nega a inerrância e a infalibilidade da Escritura e o sincretismo nega a suficiência da Escritura. A igreja de Deus é aberta a todos, mas não aberta a tudo. As pessoas devem ser aceitas na igreja; não o pecado. Não podemos tolerar o erro. Não podemos fazer vistas grossas aos falsos ensinos. Não podemos abrir nossas portas às novidades do mercado da fé. Não podemos negociar princípios e valores para buscarmos o crescimento da igreja. Nosso compromisso é alimentar as ovelhas e não entreter os bodes. Que Deus nos ajude a caminharmos vitoriosamente em 2012!

(Pastoral muito pertinente às nossas igreja. Escrita pelo Rev. Hernandes Dias Lopes.)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

UM DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS, OU UMA VIDA DE AÇÃO DE GRAÇAS?

            Os primeiros Dias de Ação de Graças na Nova Inglaterra (EUA) eram festivais de gratidão a Deus, pelas boas colheitas anuais. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças, chamado pelos americanos de Thanksgiving Day, é festejado no outono, após a colheita ter sido recolhida e é comemorado na quarta quinta-feira de novembro. O primeiro deles foi celebrado em Plymouth, Massachusetts, pelos colonos que fundaram a vila em 1620.  Após péssimas colheitas e um inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621. O presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou que a quarta quinta-feira do mês de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças. No Brasil, o presidente Gaspar Dutra instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças, por sugestão do embaixador brasileiro em Washington, Joaquim Nabuco. Em 1966 definiu-se que tal data, seria comemorado no Brasil no mesmo dia que os americanos rendem graças a Deus.
 O Dia de Ação de Graças deve ser uma referência pontual de uma prática habitual, ou seja, ele deve nos lembrar de um compromisso diário, e não ser um compromisso anual. Da mesma forma que, mensalmente, nos lembramos na Santa Ceia, de nossa união espiritual com Cristo, estando em todo tempo unidos com ele. Um dia especial de ação de graças, tem a finalidade de ser um testemunho público de nossa fé, uma oportunidade de trabalhar a consciência coletiva da comunidade quanto ao assunto, mas jamais ser “O Dia” em que nós nos lembramos de Deus com gratidão. O senso diário de gratidão a Deus produz pelo menos três preciosos frutos para a vida cristã, a saber: 1-) RECONHECIMENTO DO DEUS SALVADOR, somos gratos porque reconhecemos que o Senhor nos livrou da condenação eterna nos dando vida eterna através de Cristo.             2-) RECONHECIMENTO DO DEUS PROVEDOR, somos gratos porque sabemos que é o Senhor que nos dá graciosamente, em Jesus Cristo, todas as coisas. 3-) DEPENDÊNCIA DE DEUS, somos gratos porque sabemos que o Deus Salvador e Provedor é fiel, e podemos esperar confiantes nele, pois ele não nos abandonará. Seja grato ao Senhor!!!    “pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável”. (1Tm 4.4)

Rev. Luiz Gustavo Castilho.

TESTADOS, PORÉM ENCORAJADOS

  1 João 2.12-14      

A mensagem desenvolvida nesse texto, é de grande importância para a formação de um cristianismo íntegro e genuinamente respaldado pela Palavra do Senhor.
           A primeira abordagem que devermos fazer nesse texto, é em sua interpretação mais clara, ou seja, naquilo que o texto diz explicitamente. Em uma leitura mais simples podemos ver João orientando a igreja a se proteger dos dardos inflamados do maligno.  Esse combate contra o maligno, aqui ensinado pelo apóstolo, não possui um caráter corretivo, mas sim preventivo.
  João exorta seus ouvintes a terem entendimento, defendendo assim três pontos importantes de nossa fé. Vejamos:

1- A EFICÁCIA DA SALVAÇÃO EM CRISTO v.12
¨ Podemos ter certeza de quer nossos pecados não mais nos condenam Rm 8.1.
¨ O maligno não nos separa do amor de Cristo, pois uma vez perdoados por Cristo obtemos a eficácia do seu poder.

2- A EFICÁCIA DA UNIÃO COM CRISTO v.13a
¨ O fato de conhecermos a Cristo, não somente nos proporciona salvação mas comunhão com ele através de seu Espírito.
¨ O maligno não mais pode nos acusar de separados de Deus. HNC 115.

3- A EFICÁCIA DO PODER DE CRISTO v.13b
¨ O vigor que nos é outorgado em Cristo nos dá força capaz de enfrentar todas as investidas do maligno.
¨ A Palavra nos faz “jovens” no vigor, da luta contra o mal.

CONCLUSÃO: O verso 14 na verdade é uma recapitulação do que foi dito anteriormente, trazendo uma ênfase no CONHECER (Ef 2.18,19).

Rev. Luiz Gustavo Castilho


sexta-feira, 14 de outubro de 2011


 A FÉ SALVADORA
 Hb 10.32-39

Fé, uma pequena palavra que ocupa um enorme espaço na percepção e na cosmovisão, tanto de um cristão orientado, como de qualquer pessoa. A fé faz parte da cultura do nosso país. Contudo, essa fé, que povoa a mente e a cultura do povo brasileiro, é capaz de se revelar nas mais diversas formas, gerando uma pluralidade no conceito de fé. Mas como compreender a fé à luz das Sagradas Escrituras?  Como nutrir uma fé genuinamente bíblica? Qual é a fé, que sem ela é impossível agradar a Deus? Penso que a Confissão de Fé de Westminster (CFW) no capítulo 14, ofereça um esclarecimento que nos conduza à uma fé genuína. Medite no texto e confira os versículos indicados para melhor compreensão das definições.

1-      A FÉ SALVADORA É UMA FÉ EXCLUSIVA.

CFW 14.I  A graça da fé, pela qual os eleitos são habilitados a crer para a salvação das suas almas, é a obra que o Espírito de Cristo faz nos corações deles, e é ordinariamente operada pelo ministério da palavra; por esse ministério, bem como pela administração dos sacramentos e pela oração, ela é aumentada e fortalecida.    Ef 2.8; Rm 1.16

2-  A FÉ SALVADORA NOS DIRIGE NA VIDA CRISTÃ.

CFW 14.II  Por essa fé o cristão, segundo a autoridade do mesmo Deus que fala em sua palavra, crê ser verdade tudo quanto nela é revelado, e age de conformidade com aquilo que cada passagem contém em particular, prestando obediência aos mandamentos, tremendo às ameaças e abraçando as promessas de Deus para esta vida e para a futura; porém os principais atos de fé salvadora são - aceitar e receber a Cristo e firmar-se só nele para a justificação, santificação e vida eterna, isto em virtude do pacto da graça. Rm 16.25-26; Gl 2.19-20
 
3-        A FÉ SALVADORA NÃO É INABALÁVEL.

CFW14.III  Esta fé é de diferentes graus, é fraca ou forte; pode ser muitas vezes e de muitos modos assaltada e enfraquecida, mas sempre alcança a vitória, atingindo em muitos a uma perfeita segurança em Cristo, que é não somente o autor, como também o consumador da fé. Rm 4.18-21;  Lc 17.3-5; Lc 22.31-32


                                                                    Rev. Luiz Gustavo Castilho.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mensagem de encerramento da campanha dos Cinco Votos Para Obter Poder Espiritual

sexta-feira, 22 de julho de 2011


4- NUNCA PASSE ADIANTE ALGO QUE PREJUDIQUE ALGUÉM

 Chegamos ao quarto voto de nossa campanha, e desta vez vamos tocar em um assunto de grande relevância ao bem comum de nossa família, nosso trabalho e melhor enfatizando, a nossa igreja. O Cristianismo não é um conjunto de leis que se resumem em um programa de autoajuda que beneficia a um indivíduo, mas a Bíblia nos oferece princípios eternos e divinos que através da mútua ajuda proporciona o bem estar de todo um grupo. O Cristianismo deve ser um compartilhamento constante. Dentro dessa dinâmica, um elemento perigoso pode por em risco todo o equilíbrio deste organismo (igreja). A fala maliciosa, ou a famosa FOFOCA, é um câncer no corpo de Cristo. O mau uso de nossa língua, segundo Tiago em sua Carta no cap.2,  pode trazer maldições ao invés de bênçãos. Precisamos vigiar e orar pois naturalmente nossa língua é mais rápida que o cérebro, ou seja, costumamos falar antes de pensar. Há uma historinha que circula por ai, onde alguém faz uma diferenciação ente a MOSCA e a ABELHA. A princípio estamos falando de dois insetos, pequeninos, que voam e estão sempre ao nosso redor. Contudo, suas semelhanças param por ai. A MOSCA é um inseto que não tem nenhum padrão de conduta, ela tanto pousa em um delicioso doce, quanto em excrementos depositados nos esgotos ou coisas podres no lixo. A MOSCA se alimenta do que vier pela frente. Quando a MOSCA sai em seu vôo, ela vai contaminando tudo onde ela pousa, causando doenças e infecções. A ABELHA já não é assim! Este inseto procura com zelo, as melhores flores para se pousar, e está sempre a serviço de seu Senhor (a abelha rainha). Quando sai em seu vôo, com parte do pólen retirado, ela produz um delicioso mel, a outra parte do pólen ela vai deixando cair e gerando lindas e novas flores. Muito Bem! O que vocês tem sido na igreja meus amados? É tempo de Sermos ABELHAS, usar as nossas palavras para abençoar vidas. Para isso, precisamos escolher melhor onde vamos pousar e de que nós vamos nos alimentar. Que Deus abençoe sua vida, e nos ajude a não prejudicar ninguém com as nossas palavras. Fiquem na paz do Senhor!!!                                                                            
                                             
                                                       Rev. Luiz Gustavo Castilho.


 

sexta-feira, 15 de julho de 2011


3- NUNCA SE DEFENDA

“Toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor.”  (Is 54.17)

               Este terceiro voto é muito importante para a sua vida pessoal. “Não se defender” é um princípio que pode trazer muitos benefícios para a sua vida cristã, para sua confiança, para sua intimidade com Deus. Entretanto, viver esta realidade consiste em trilhar uma estrada muito difícil e árdua, onde o seu sentido flui invariavelmente na contra-mão de nossa natureza. A idéia de A. W. Tozer de “não se defender”, implica em confiar a Deus todas os nossos problemas e conflitos. Naturalmente, somos seres auto-defensivos, normalmente armados e preparados para fazermos nossa defesa quando em um momento de confronto. Embora essa seja uma reação natural, a Palavra de Deus nos desafia a entregá-lo todo nosso cuidado, ao invés de reunirmos a nossa própria força, a nossa própria capacidade e a nossa inteligência para nos defender. 
              Conter o nosso senso justiça quando nos sentimos injustiçados é um esforço sobrenatural, mas o que é mais sobrenatural é conseguir encontrar o caminho para descansar na Justiça de Deus. Este voto, de maneira alguma, intenciona você a repousar em uma passividade onde você não reage a nenhuma investida do maligno, mas te convida a colocar todas as suas lutas nas mãos do Senhor e deixar que Ele guerreie a sua guerra. Quando em Ex 23.22 o Senhor diz a Moisés: “Serei inimigo de seus inimigos e adversário de seus adversários”. Em outras Palavras, Deus está dizendo a Moisés: “Seja meu amigo!
              Amada Igreja, não adianta querer seguir nosso caminho sempre querendo nos defender, sempre preocupados em demonstrar nossa boa fama, nossa aprovação diante dos homens, sempre desejando ressaltar a integridade de nossa reputação. Caso optemos seguir esse exemplo, não conseguiremos fazer mais coisa alguma e por certo não seremos bem sucedidos em nosso intento. Sempre existirá alguém querendo jogar pedra em você!!! Olhe para Cristo, siga a Cristo, queira agradar tão somente ao Senhor, se preocupe em ser amigo de Deus.   Agindo assim ainda que muitas pedras sejam atiradas contra ti, nenhuma te acertará. “Não tenho que lutar, é o Senhor quem luta por mim”. Desejo manter esse voto em minha vida e lutar contra mim mesmo para que eu não mais me defenda, mas para que o Senhor seja a minha defesa. Amém!!!!
                                                                

 Rev. Luiz Gustavo Castilho.

sábado, 9 de julho de 2011


2- NÃO SEJA DONO DE COISA ALGUMA

“No ano da morte do rei Usias, eu vi o Senhor  assentado 
em um alto e sublime trono...”  Is 6.1

Uma das maiores tragédias, fruto de nossa natureza pecaminosa, é nos acharmos donos de alguma coisa. Se esse sentimento é trágico para a nossa vida pessoal, o que dirá para a vida de uma igreja!  O senso se sermos “donos” de alguma coisa, pode parecer natural e comum, contudo, ele pode ser um perigoso passo que damos ao rejeitar o senhorio de Cristo em nossas vidas. Não somos donos de nada nesse mundo, sequer de nós mesmos. Somos meros MORDOMOS que recebemos o privilégio de cuidar daquilo que nos deu o SENHOR.
Quando não entendemos assim, nos tornamos francos candidatos a sofrer por amar demasiadamente ou doentiamente os nossos bens. Sofremos e fazemos sofrer os nossos filhos ou os nossos cônjuges quando os amamos como o sentimento de posse, e essa atitude é uma forma de dizer a Deus o seguinte: “O dono da minha vida sou eu, o que eu tenho é meu e faço o que eu quiser.” Assim, consciente ou inconscientemente, nós nos afastamos de Deus, e deixamos de receber todas as bênçãos que procedem do seu Santo Espírito.
O primeiro rei de Israel é um exemplo bíblico que demonstra essa patologia espiritual. Saul foi coroado rei. Qual foi o seu mérito para se tornar rei? NENHUM! No entanto o senso de ser  “dono”, que é o mesmo de ser “Senhor”, visto anteriormente em seu antepassado Adão, tornou esse rei cego e louco em suas atitudes, e quando ele perdeu o que não era dele, preferiu morrer. Desejar ser DONO, é o princípio da idolatria!!!
Deus trata esse sentimento no profeta Isaías, e assim trata de todos nós. No Capítulo 6 de seu livro, Isaías está sofrendo pois o grande rei Usias tinha falecido, o senhor do trono de Israel estava morto. Então Isaías vê o “Senhor assentado em um alto e sublime trono”. Essa visão declara para Isaías, para Israel, para a IPCNF e para o MUNDO, que só a um DONO de todas as coisas, seu nome é EMANUEL, e nós reconhecemos o Nome JESUS, como o nome sobre todo o nome, Senhor dos senhores. Amada igreja, não sejamos donos de nada, mas como no salmo 100, reconheçamos que do Senhor somos, como 1Pe 2.9,10 diz: “povo de propriedade exclusiva de Deus”. Saber quem é o dono de tudo, significa estar perto do dono. Estar perto do dono é ter tudo! Deus abençoe nossas vidas!!!!!
                                                                                                           
                   Rev. Luiz Gustavo Castilho.


terça-feira, 5 de julho de 2011


1- TRATE SÉRIO COM O PECADO

               O primeiro voto de nossa campanha nos adverte a tratarmos sério com o pecado. Embora este seja um assunto central em toda a Escritura, em vias de regra, temos uma tendência natural a sermos negligentes quando tratamos o pecado. Dar ao pecado outros nomes, fazer dele parte da cultura, institucionalizar e legalizar o pecado, tem sido uma das formas  negligentes de lidar com um problema tão sério, que tem assolado, enfraquecido, desfigurado e destruído o homem desde o princípio.
  O pecado NÃO TRATADO,  ou seja, negligenciado e tolerado, tem produzido em todo o mundo, uma geração de cristãos fracos, descomprometidos, religiosos. Sem coragem de clamar a Deus por uma mudança, uma transformação, igrejas tradicionais na Inglaterra e em toda Europa tem sido vendidas para se transformar em casas de show e espetáculos. O JOVEM cristianismo protestante no Brasil, já começa a mostrar o desgaste e a falta de ardor. Nossos jovens estão perfeitamente habituados  a este Século, e os nossos adultos e idosos tem dificuldades para renovar a mente e não se conformar com este Século. Não precisamos de um novo Evangelho, não precisamos de uma nova Teologia, não precisamos de uma nova forma de governo. PRECISAMOS DE UMA NOVA ATITUDE!!!!! Precisamos de uma reação, entender o pecado, tratar sério com o pecado, despertar para uma realidade espiritual que muitas vezes fazemos questão de não enxergar, e então, nos livrarmos das cadeias que nos amarram, que impedem o poder do Espírito Santo de fluir em nossas vidas.
  Este é um convite para uma RENOVAÇÃO,  de mente , de coração, de vida. Que este voto faça  começar um novo tempo em nossas vidas e em nossa Igreja!!!!! 

                                                                         Rev. Luiz Gustavo Castilho.

Afirmações para o Reavivamento Pessoal

Algumas pessoas rejeitam a idéia de fazer votos, mas na Bíblia você en­contrará muitos grandes homens de Deus que foram dirigidos por alianças, pro­messas, votos e compromissos. O salmista não era avesso a fazer votos. "Os votos que fiz, eu os manterei, ó Deus", disse ele. "Render-te-ei ações de graça" (Sl 56.12).
Meu conselho nessa questão é que se você está realmente preocupado com seu avanço espiritual, a obtenção de novo poder, nova vida, nova alegria e novo reavivamento pes­soal dentro de seu coração, será bom fazer certos votos e empenhar-se por cumpri-los. Se você falhar, prostre-se em humilhação, arrependa-se e comece novamente, mas sem­pre leve em consideração os votos feitos. Eles irão ajudar a harmonizar seu coração com os vastos poderes que fluem do trono onde Cristo está assentado, à destra de Deus. O homem carnal rejeita a disciplina de tais compromissos. Ele diz: "Quero ser livre. Não quero ter qualquer voto sobre mim. Não creio nisso. Isso é legalismo". Bem, deixe-me apresentar o quadro de dois homens.
Um deles não fez voto algum. Ele não aceita qualquer responsabilidade desse tipo. Ele quer ser livre. E ele é livre, em certa me­dida, assim como um vagabundo é livre. O vagabundo é livre para sentar-se num banco de jardim de dia, dormir sobre um jornal à noite, ser posto para fora da cidade na manhã de quinta-feira e voltar e subir pelas escadas rangentes de alguma pensão na quinta à noi­te. Esse homem é livre, mas também é inútil. Ele apenas ocupa um lugar no mundo, cujo ar respira.
Examinemos agora outro homem, talvez um presidente, ou primeiro-ministro ou qual­quer grande homem que carrega sobre si o peso do governo. Homens assim não são livres. Porém, com o sacrifício de sua liberdade de­monstram poder. Caso insistam em ser livres, poderão sê-lo, mas apenas como o vagabundo. Escolheram, porém, estar amarrados. Há muitos vagabundos religiosos no mun­do que não querem estar amarrados a coisa alguma. Eles transformaram a graça de Deus em libertinagem pessoal. As grandes almas, entretanto, são aquelas que se aproximam reverentemente de Deus compreendendo que em sua carne não habita bem algum. E sabem que, sem a capacitação dada por Deus, quaisquer votos feitos seriam quebra­dos antes de o sol se pôr. Não obstante, visto que crêem em Deus, com reverência assu­mem certos votos sagrados. Esse é o caminho para o poder espiritual. Sendo assim, há cinco votos que tenho em mente, que será bom fazer e observar.
A.W. Tozer